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Lição 13: Ester, a Portadora das Boas-Novas

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TEXTO ÁUREO

“E para os judeus houve luz, e alegria, e gozo, e honra.” (Et 8.16)

VERDADE PRÁTICA

O Senhor é poderoso para transformar trevas em luz, tristeza em alegria, angústia em júbilo, humilhação em honra.

LEITURA DIÁRIA

Segunda – Et 8.7,8 O decreto do rei Assuero não podia ser revogado
Terça – Dn 6.8,15 Essa é a lei dos Medos e dos Persas que remonta ao rei Assuero
Quarta – Et 9.20-28 O estabelecimento da Festa de Purim, uma festa comemorativa de livramento
Quinta – Et 10.3 Mardoqueu é engrandecido como o segundo maior do reino
Sexta – 1 Co 10.31 Tudo o que fizermos deve ser feito para a glória de Deus
Sábado – Gn 1.27; 2.15-18 Deus chama homens e mulheres para serem relevantes no mundo
Hinos Sugeridos: 18, 227, 505 da Harpa Cristã

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: Ester 8.4-8; 9.29-31; 10.1-3

Ester 8
4 – E estendeu o rei para Ester o cetro de ouro. Então, Ester se levantou, e se pôs em pé perante o rei,
5 – e disse: Se bem parecer ao rei, e se eu achei graça perante ele, e se este negócio é reto diante do rei, e se eu lhe agrado aos seus olhos, escreva-se que se revoguem as cartas e o intento de Hamã, filho de Hamedata, o agagita, as quais ele escreveu para lançar a perder os judeus que há em todas as províncias do rei.
6 – Por que como poderei ver o mal que sobrevirá ao meu povo? E como poderei ver a perdição da minha geração?
7 – Então, disse o rei Assuero à rainha Ester e ao judeu Mardoqueu: Eis que dei a Ester a casa de Hamã, e a ele enforcaram numa forca, porquanto quisera pôr as mãos sobre os judeus.
8 – Escrevei, pois, aos judeus, como parecer bem aos vossos olhos e em nome do rei, e selai-o com o anel do rei; porque a escritura que se escreve em nome do rei e se sela com o anel do rei não é para revogar.

Ester 9
29 – Depois disso, escreveu a rainha Ester, filha de Abiail, e Mardoqueu, o judeu, com toda a força, para confirmarem segunda vez esta carta de Purim.
30 – E mandaram cartas a todos os judeus, às cento e vinte e sete províncias do reino de Assuero, com palavras de paz e fidelidade,
31 – para confirmarem estes dias de Purim nos seus tempos determinados, como Mardoqueu, o judeu, e a rainha Ester lhes tinham estabelecido e como eles mesmos já o tinham estabelecido sobre si e sobre a sua semente, acerca do jejum e do seu clamor.

Ester 10
1 – Depois disto, pôs o rei Assuero tributo sobre a terra e sobre as ilhas do mar.
2 – E todas as obras do seu poder e do seu valor e a declaração da grandeza de Mardoqueu, a quem o rei engrandeceu, porventura, não estão escritas no livro das crônicas dos reis da Média e da Pérsia?
3 – Porque o judeu Mardoqueu foi o segundo depois do rei Assuero, e grande para com os judeus, e agradável para com a multidão de seus irmãos, procurando o bem do seu povo e trabalhando pela prosperidade de toda a sua nação.

PLANO DE AULA

1- INTRODUÇÃO
Como introdução desta última lição, sugerimos que você faça uma pequena revisão a partir de uma comparação entre Rute e Ester. Ao longo deste trimestre estudamos dois livros bíblicos que levam o nome de duas mulheres importantes na história da salvação. Essas duas mulheres cumpriram papéis relevantes na história de tão grande salvação revelada em Cristo Jesus. Em seguida, informe que a última lição do trimestre aborda o grande livramento que Deus deu ao seu povo, garantido assim, o percurso histórico da salvação.

2- APRESENTAÇÃO DA LIÇÃO
A) Objetivos da Lição:
I) Explicar o pedido de direito de defesa do povo judeu e a concessão do rei;
II) Discutir as boas notícias da rainha Ester para o seu povo;
III) Conscientizar a respeito do papel da mulher cristã para ser relevante no mundo.
B) Motivação: Muitos desejam honras e, até mesmo riquezas, como inspiração em personagens como Ester e Mardoqueu. Entretanto, poucos estão dispostos a pagar o preço alto de chegar aonde Deus deseja que nos encontremos. Por exemplo, Mardoqueu, exaltado pelo rei, o serviu fielmente por longos anos e, ao mesmo tempo, suportou o ódio e a soberba de Hamã. Quem está disposto a desenvolver essa maturidade no contexto do mundo moderno?
C) Sugestão de Método: Para concluir esta lição, correlacione o estabelecimento da Festa de Purim com a necessidade de marcamos em nossa memória as ações de Deus ao longo de nossa vida. Use o Auxílio Bibliológico “Purim”, relacione na lousa as palavras “MEMÓRIA” e “PROVIDÊNCIA”. Em seguida, pergunte aos alunos se eles têm o costume de comemorar momentos como grandes presentes de Deus em suas vidas quer individual quer na família. Estimule aos alunos a refletirem como é importante estimularmos a nossa memória para reconhecermos a ação de Deus em nossa história.
3- CONCLUSÃO DA LIÇÃO
A) Aplicação: Quando Deus intervém na história com frequência Ele trabalha com a participação humana para realizar seus propósitos. Que nos achemos fiéis e sensíveis para ser instrumento de Deus para que sua vontade se cumpre na vida de alguém!
4- SUBSÍDIO AO PROFESSOR
A) Revista Ensinador Cristão. Vale a pena conhecer essa revista que traz reportagens, artigos, entrevistas e subsídios de apoio à Lições Bíblicas Adultos. Na edição 98, p.42, você encontrará um subsídio especial para esta lição.
B) Auxílios Especiais: Ao final do tópico, você encontrará auxílios que darão suporte na preparação de sua aula: 1) O texto “Que Revogasse a Maldade”, ao final do segundo tópico, aprofunda a reflexão a respeito do decreto que garantisse o direito de defesa dos judeus; 2) O texto “Purim”, localizado depois do terceiro tópico, aprofunda o estabelecimento da Festa de Purim como memorial do povo judeu.

INTRODUÇÃO

O drama dos judeus nos dias do rei Assuero estava chegando ao fim. O rei editou um decreto concedendo o direito de defesa para as comunidades judaicas de todas as províncias persas. Ester agiu como difusora de boas-novas e Mardoqueu foi engrandecido em todo o império.

PALAVRA-CHAVE: BOAS-NOVAS

I – O PEDIDO DE DEFESA AOS JUDEUS E A CONCESSÃO DO REI

A história de Ester revela um momento crítico em que a humildade e a sabedoria se uniram para salvar um povo. Diante do decreto irrevogável de extermínio dos judeus, Ester não se limitou a confiar passivamente na intervenção divina. Com reverência, apresentou-se ao rei Assuero, suplicando pela revogação da ordem maligna de Hamã (Et 8.3-5). A resposta real, porém, trouxe um paradoxo: enquanto o rei reconhecia a gravidade da situação, as leis medo-persas – imutáveis como princípio de governança – impediam a anulação do documento (Et 8.8). Esse impasse nos ensina que a fé não exclui a responsabilidade humana de agir com discernimento, como destacado em Josué 1:9: “Esforça-te e tem bom ânimo”.

A solução encontrada ilustra a harmonia entre soberania divina e ação prática. Assuero emitiu um contra-decreto autorizando os judeus a se defenderem, garantindo-lhes segurança jurídica (Et 8:11-13). Esse episódio ecoa o princípio paulino de submissão às autoridades (Rm 13:1), mostrando que mesmo em regimes imperfeitos, a lei serve como instrumento de ordem social. A contemporaneidade dessa lição se revela em nações democráticas, onde a Constituição assegura direitos fundamentais – um paralelo que nos convida a valorizar e orar pelas instituições (1 Tm 2:1-2).

Nesse contexto, o direito de defesa concedido não significou licença para vingança, mas legitimidade para preservação da vida. O resultado foi duplo: além do livramento físico, muitos persas converteram-se ao judaísmo ao testemunharem a coerência entre fé e justiça (Et 8:17). Como afirma a Bíblia de Estudo Pentecostal, “Deus prefere trabalhar com nossa fiel participação” – lembrando que nossa postura em crises pode ser testemunho transformador para outros.

SINÓPSE I

A rainha Ester suplica humildemente a segurança jurídica para exercer o direito de defesa

II – A RAINHA ESTER ESCREVE BOAS NOTÍCIAS PARA O SEU POVO

A vitória dos judeus sobre seus inimigos não foi apenas um evento histórico, mas um marco espiritual que demandou memorialização. Quando o perigo passou, Ester e Mardoqueu não se limitaram a celebrar – instituíram a Festa de Purim (Et 9.20-28), um legado perpétuo de gratidão. O nome Purim, derivado de “pur” (sorte), simboliza a ironia divina: o mesmo método usado por Hamã para marcar a data do extermínio tornou-se símbolo do livramento. Assim como os salmistas ordenavam “contai às gerações vindouras os louvores do Senhor” (Sl 78.4), a festa surgiu para perpetuar a memória da intervenção divina, mesclando alegria coletiva e reflexão teológica.

A institucionalização de Purim não foi improvisada. Após o primeiro decreto de Mardoqueu, Ester empenhou sua autoridade real para firmar a celebração com um segundo documento (Et 9.29-32). Seu gesto revela mais do que zelo administrativo: demonstra compreensão profética de que a fé requer marcos tangíveis. Na prática, essa dupla validação – religiosa e política – assegurou que a festa transcenderia gerações, algo confirmado por sua permanência por mais de 2.500 anos. Como observa a Bíblia de Estudo Pentecostal, a ação de Ester ilustra como “Deus prefere trabalhar com nossa fiel participação” para estabelecer sua vontade.

Enquanto Purim se consolidava, Mardoqueu experimentava uma ascensão singular. De funcionário obscuro a segundo no comando do império (Et 10.3), sua trajetória reflete o princípio de Provérbios 18.16: “O presente que um homem lhe faz abre-lhe caminho…”. Porém, seu engrandecimento não se limitou a honrarias. O texto enfatiza seu caráter íntegro – “procurando o bem do seu povo” –, lembrando que posições de influência são oportunidades para servir, não para dominar. Sua história ecoa o chamado de Colossenses 3.23: “Tudo o que fizerdes, fazei-o de todo o coração, como para o Senhor”.

Aqui, uma lição prática se destaca: Deus não apenas opera milagres, mas transforma vítimas em agentes de transformação social. Ester, outrora uma refém silenciosa no harém, tornou-se legisladora. Mardoqueu, alvo de perseguição, virou referência de liderança. Purim, mais que uma festa, tornou-se um manifesto de resistência espiritual – prova de que, mesmo em contextos hostis, a fidelidade a Deus produz legados que desafiam o tempo.

SINÓPSE II

A rainha Ester emite uma carta e um decreto para os judeus exercerem o direito de defesa.

AUXÍLIO BIBLIOLÓGICO

“QUE REVOGASSE A MALDADE
Embora Hamã tenha sido enforcado como resultado da intervenção de Deus em favor do seu povo (7.10), a ordem original do rei de destruir todos os judeus ainda estava em vigor. Nem mesmo o próprio rei poderia reverter o decreto oficial (v.8). No entanto, em resposta ao pedido de Ester, um segundo decreto foi promulgado, dando aos judeus o direito de lutar em sua própria defesa no dia estipulado para a sua destruição (vv. 9-17). Embora Deus certamente possa salvar as pessoas sem a nossa ajuda, quase sempre Ele prefere trabalhar com a nossa fiel participação para realizar os seus propósitos e livrar as pessoas do poder e da influência do mal. Nesta situação, o resgate de Israel foi resultado de atividade de Deus combinada com seus fiéis seguidores (veja Fp 2.12-13)” ( Bíblia de Estudo Pentecostal: Edição Global. Rio de Janeiro: CPAD, 2004, p.843).

III – A MULHER É CHAMADA POR DEUS PARA SER RELEVANTE NO MUNDO

A história de Ester transcende seu contexto histórico, revelando princípios divinos sobre o papel da mulher. Enquanto a cultura antiga frequentemente restringia a atuação feminina, Ester demonstrou que firmeza moral e discernimento espiritual são ferramentas poderosas para influenciar nações. Seu exemplo desafia polarizações modernas: sem confrontar Mordecai ou desrespeitar Assuero, ela exerceu liderança com sabedoria, provando que relevância não depende de disputas, mas de alinhamento ao propósito divino (Et 4:14-16).

Nesse contexto, a suposta “guerra dos sexos” revela-se uma distorção humana. As Escrituras apresentam homens e mulheres como cooperadores, não competidores. Em Gênesis 1:27, a criação em “macho e fêmea” estabelece complementaridade, não hierarquia opressiva. A própria Trindade – Pai, Filho e Espírito Santo – modela harmonia na diversidade (1 Co 12:4-6). Como observa a Bíblia de Estudo Pentecostal, “Deus não anula identidades, mas as redime para seu plano”. A verdadeira igualdade surge quando ambos os sexos cumprem seus papéis designados, como partes vitais do Corpo de Cristo.

Na prática, a história da Igreja comprova isso. Susannah Wesley, mãe de 19 filhos e mentora espiritual de John e Charles Wesley, revolucionou o metodismo através do culto doméstico. Corrie ten Boom, solteira e relojoeira, salvou centenas de judeus durante o Holocausto. No Brasil, mulheres como Albertina Bezerra Barreto foram pioneiras na educação teológica e obras sociais. Essas exemplares não buscaram protagonismo, mas responderam ao chamado específico de Deus em suas realidades – assim como Ester, que transformou seu palácio em trincheira de intercessão.

Hoje, esse legado se atualiza. Mulheres lideram ONGs, escrevem teologia, plantam igrejas e inovam em missões urbanas. Seja na política ou na educação infantil, sua relevância deriva não de imposições ideológicas, mas da capacidade de reconhecer oportunidades divinas em contextos aparentemente limitados. Como afirma Filipenses 2:13, “Deus é quem efetua em vós tanto o querer como o realizar” – princípio que liberta tanto do ativismo exaustivo quanto da passividade acomodada.

SINÓPSE III

A firmeza moral da rainha Ester é uma inspiração para a mulher cristã do século XXI.

AUXÍLIO BIBLIOLÓGICO

“PURIM
Mardoqueu estabeleceu a Festa de Purim (cf. vv. 20,23), uma festividade de dois dias que comemorava a maneira como Deus havia salvado o seu povo do terrível plano de Hamã de aniquilar a raça dos judeus.
(1) A festa recebeu o nome de ‘Purim’ em referência à maneira como Hamã usou ‘pur’ (heb, ‘sorte, porção’; como se lançasse dados ou sortes) para determinar o dia em que os judeus deveriam ser destruídos (veja 3.7, nota).
(2) Purim nos lembra que Deus pode anular os planos e as circunstâncias das pessoas. Os seus atos não são aleatórios nem sem propósito. O povo de Deus nunca deve se considerar vítima desamparada ou impotente do destino ou do acaso. Em vez disso, eles devem ser fortes na fé de que Deus tem um plano significativo para cada vida – um propósito que se encaixa perfeitamente no objetivo supremo de salvar as pessoas e trazê-las a um relacionamento pessoal com Ele. Devemos assumir uma posição de defesa de Deus, como fizeram Mardoqueu e Ester” (Bíblia de Estudo Pentecostal: Edição Global. Rio de Janeiro: CPAD, 2004, p.846).

CONCLUSÃO

Com alegria e gratidão estamos concluindo o estudo dos livros de Rute e Ester. Acima do papel humano visto nestas histórias, a providência divina é contemplada do começo ao fim. O Deus que tudo provê continua agindo em favor de seu povo.

REVISANDO O CONTEÚDO

1- Que impedimento havia para Assuero revogar o decreto que permitia o extermínio dos judeus?
Assuero não podia revogar seu decreto por causa do limite estabelecido pelo império da lei dos medos e persas.
2- Qual a importância de todos estarem sujeitos às leis?
Isso é necessário para que haja previsibilidade e segurança jurídica.
3- Qual a saída encontrada para livrar os judeus?
Assuero não podia revogar seu decreto, mas emitiu outro; uma espécie de contraordem, que permitia aos judeus exercerem seu direito de defesa diante de seus inimigos, no dia assinalado no decreto anterior (Et 8.8-13).
4- O que foi estabelecido para comemorar o livramento do povo judeu?
Mardoqueu registrou os fatos e escreveu cartas para os judeus de todas as províncias, instituindo uma festa comemorativa, a Festa de Purim.
5- Como Mardoqueu foi exaltado e que exemplo nos deixa?
Assuero deu a Mardoqueu o anel que havia dado a Hamã, e Ester o pôs sobre a casa do agagita (Et 8.2). Assuero engrandeceu ainda mais a Mardoqueu, pondo-lhe como o segundo maior do reino; posição que era ocupada por Hamã (Et 10.3). Com Mardoqueu aprendemos que o propósito de Deus é usar seus servos em todas as áreas da vida. Tudo o que fizermos deve ser feito para a glória de Deus (1 Co 10.31).


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“Dai, e dar-se-vos-á; boa medida, recalcada, sacudida, transbordante, generosamente vos dará; porque com a medida com que tiverdes medido vos medirão também.” Lucas 6:38

SOBRE O AUTOR:
Josias Moura de Menezes

Possui formação em Teologia,  Análise e Desenvolvimento de Sistemas e Licenciatura em Matemática. É especialista em Marketing Digital, Produção de Conteúdo Digital para Internet, Tecnologias de Aprendizagem a Distância, Inteligência Artificial e Jornalismo Digital, além de ser Mestre em Teologia. Dedica-se à ministração de cursos de capacitação profissional e treinamentos online em diversas áreas. Para mais informações sobre o autor veja: 🔗Currículo – Professor Josias Moura

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