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Série Conflitos da vida. Tema: O sentido da vida – Parte 02

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SERIE: CONFLITOS DA VIDA

Tema: O sentido da vida – Parte 02

Texto: Gênesis 2.7, Salmo 39.1-13, Isaias 43.7

Por que Deus criou o homem?

Afirma-se que alguém disse a Albert Einstein: “Deus não joga dados”. “E verdade”, respondeu o célebre cientista, “mas certamente Ele joga xadrez”. A in­terpretação é simples. Quem joga dados depende da sorte; mas quem joga xadrez usa estratégias.

Deus não fez nem faz alguma coisa sem propósito. Ao criar o homem, por exem­plo, podemos destacar três propósitos.

Criado para ser eterno

Ao afirmar que Deus colocou a eternidade no coração do homem (Ec 3.11), o autor de Eclesiastes está nos informando que o homem foi criado para algo mais do que a roda-viva da vida. Deus colocou dentro de nós o conhecimento de que este mundo não é suficiente. Um historiador russo escreveu: “Dê ao homem tudo o que ele quer, e logo ele verá que o tudo não é tudo”.

O conceito de eternidade é necessário para dar significado ao sentido da vida. Por quê? Porque o Deus que nos criou é conhecido como “O Eterno”. E qualquer princípio de doutrina cristã que retire a ideia de eternidade está tirando a sua essên­cia. “Começou” é uma palavra que indica tempo e não tem significado pessoal para o Altíssimo que habita a eternidade.

Somos quase que obrigados a acreditar que Deus não nos criou para sermos joguetes num mundo passageiro. Não somos existencialistas. A vida não termina com a morte. O fim da circulação sanguinea e a ausência total de respiração não decretam o fim de tudo. A eternidade de Deus nos convence que a fé em Jesus Cristo, que é o Pai da Eternidade (is 9.6), não é uma opção. A vida eterna, que é uma qualidade e não somente uma quan­tidade de vida, foi o que Jesus mais prometeu durante Seu ministério terreno. Crer em Jesus significa ter a vida eterna (Jo 3.36; 17.3). Como disse um teólogo, “a fé orienta o homem para a eternidade”. O sentido da vida é a vida eterna.

Criado para ser santo

Nem pense numa imagem “celestial” imóvel num canto da parede, ou numa pessoa legalista, e nem na série de proibições para todas as áreas da vida. Essa não é a ideia bíblica de um santo.

Em que nos baseamos para afirmar que o homem foi criado para ser santo? A resposta é a mesma que estamos defendendo desde o início desta lição, ou seja, tudo começa em Deus.

Quando o Senhor pede santidade do Seu povo, declara que o motivo é Sua própria essência: “Santos sereis, porque eu, o Senhor, vosso Deus, sou santo” (Lv 19.2; 1 Pe 1.16). A palavra hebraica para “santo” significa “cortar” ou “separar”. A ideia básica de santidade de Deus não é tanto uma qualidade moral de Deus, mas, sim, a posição ou relação entre Deus e alguma pessoa ou coisa. Assim, é dupla a ideia bíblica da santidade de Deus.

  1. Ele é absolutamente distinto de todas as Suas criaturas e exaltado sobre elas em infinita majestade (Ec 5.2; Is 6.1-3; 57.15).
  2. Ele não tem qualquer comunhão com o pecado (jó 34.10; Hc 1.13).

Essa face de Deus, isto é, a Sua santidade, precisava ser mais enfatizada nas igre­jas. Da mesma forma que não fomos criados para nossa própria glória, também não fomos feitos para nos comportar conforme nossos próprios conceitos.

Criado para ser servo

Ao colocá-lo no jardim do Éden, a Bíblia afirma que o propósito de Deus era para o homem “cultivar eguardar” (Gn 2.15) esse jardim. Isso implica trabalho, serviço.

Muitos se esquecem que, ao confessar Jesus como seu Senhor, estão, natural­mente, se colocando também na posição de servos. E isto não é somente um título, mas uma posição que implicará deveres a serem cumpridos.

Em Efésios 2.10, lemos: “Porque somos criação de Deus realizada em Cristo Jesus para fazermos boas obras, as quais Deus preparou antes para nós as praticarmos” (NVl). Essas “boas obras” são todos os atos que fazemos em obediência à Palavra e voz de Deus em nosso coração.

Servir é cumprir o propósito de Deus ao nos criar, o que dará mais sentido à nossa vida. Aqueles que acham que os outros devem servi-los não encontram significado satisfatório, além de não estar seguindo o exemplo de Jesus, descrito em Marcos 10.45.

Conclusão

  • O fato de todo o sentido da vida começar em Deus, e não no homem, é um pensamento que revolucionou sua forma de ver a vida? Ouça a opinião de outras pessoas.
  • Por que a paz com Deus é fundamental para entender o significado da vida?
  • A eternidade no coração do homem, descrita em Eclesiastes 3.11, explica a constante busca do homem por “algo mais”? Por quê?
  • Em que sentido o serviço ao próximo ajuda na compreensão da razão de viver?

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“Dai, e dar-se-vos-á; boa medida, recalcada, sacudida, transbordante, generosamente vos dará; porque com a medida com que tiverdes medido vos medirão também.” Lucas 6:38

SOBRE O AUTOR:
Josias Moura de Menezes

É formado em Teologia, Análise e Desenvolvimento de Sistemas e Licenciatura em Matemática. É especialista em Marketing Digital, Produção Audiovisual para Web, Tecnologias de Aprendizagem a Distância, Inteligência Artificial, Jornalismo Digital e possui Mestrado em Teologia. Atua ministrando cursos de capacitação profissional e treinamentos online em diversas áreas. Para mais informações sobre o autor <clique aqui>.

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