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Sermão para retiro de Jovens. Tema: Comunhão, uma consequência do amor de Deus

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Comunhão: uma consequência do amor de Deus

Amados, amemo-nos uns aos outros, pois o amor procede de Deus. Aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. 1 João 4:7

Introdução

O amor é uma das características mais importantes de Deus. A Bíblia diz que Deus é amor (1 João 4:8) e que ele nos amou de tal maneira que enviou o seu Filho para morrer por nós (João 3:16). O amor de Deus é a fonte de toda a nossa salvação e esperança.

Mas o amor de Deus não se limita a ele mesmo ou a nós. O amor de Deus também nos leva a amar uns aos outros. A Bíblia diz que amar uns aos outros é um mandamento de Deus (1 João 4:21) e que isso demonstra que somos seus discípulos (João 13:35). Mas, ao contrário de tudo o que a Bíblia ensina, no mundo em que vivemos hoje as pessoas são egocêntricas tendo uma visão limitada da realidade e não conseguindo se colocar no lugar dos outros. Elas se acham superiores, merecedoras de tudo e não se importam com os sentimentos e as necessidades alheias. Elas podem ter uma autoestima frágil, uma insegurança profunda ou uma falta de amor próprio que as faz buscar constantemente a aprovação e a admiração dos outros. Elas também podem ter sido educadas de forma a valorizar somente o seu próprio ponto de vista e a ignorar as diferenças e as opiniões dos demais.

Uma das formas de expressar o nosso amor uns pelos outros é através da comunhão. A comunhão é a participação, a convivência, a união e a solidariedade entre os cristãos. A comunhão é uma consequência do amor de Deus em nós e para nós. 

Mas porque para alguns é difícil viver em comunhão? 

  • Segundo a teoria sociológica do conflito a sociedade é marcada por tensões e disputas entre grupos sociais com interesses divergentes ou opostos. Esses grupos podem ser definidos por classe, gênero, etnia, religião, etc. A comunhão seria difícil de se estabelecer em uma sociedade conflituosa, pois as pessoas tendem a se identificar com o seu grupo e a se opor aos outros, gerando hostilidade, preconceito e discriminação. 
  • Outra ideia que explica a dificuldade de viver em comunhão vem da teoria da dissonância cognitiva. Essa teoria afirma que as pessoas buscam manter uma consistência entre as suas crenças, atitudes e comportamentos. Quando há uma incompatibilidade entre esses elementos, as pessoas sentem uma tensão psicológica chamada dissonância cognitiva, que as leva a tentar reduzi-la ou eliminá-la. A comunhão seria difícil de se manter em uma sociedade complexa, pois as pessoas tendem a evitar ou rejeitar informações ou opiniões que contrariem as suas convicções, gerando fechamento, dogmatismo e intolerância.

Essas teorias sociologicas mostram que é desafiador viver em comunhão. Mas quero sugerir algumas atitudes práticas para que a comunhão possa ser exercitada de forma prática no dia a dia: 

  • Orar uns pelos outros: orar é uma forma de conversar com Deus e de interceder pelos nossos irmãos e irmãs em Cristo. Orar uns pelos outros mostra que nos importamos com as suas necessidades, alegrias, tristezas e desafios. Orar uns pelos outros fortalece a nossa fé e a nossa união em Cristo.
  • Compartilhar uns com os outros: compartilhar é uma forma de dividir o que temos e o que somos com os nossos irmãos e irmãs em Cristo. Compartilhar uns com os outros mostra que somos generosos, solidários e gratos. Compartilhar uns com os outros alivia as nossas cargas e multiplica as nossas bênçãos.
  • Servir uns aos outros: servir é uma forma de demonstrar o nosso amor e o nosso respeito pelos nossos irmãos e irmãs em Cristo. Servir uns aos outros mostra que somos humildes, bondosos e dispostos. Servir uns aos outros imita o exemplo de Jesus, que veio para servir e não para ser servido.
  • Perdoar uns aos outros: perdoar é uma forma de liberar o nosso coração do rancor e da mágoa pelos nossos irmãos e irmãs em Cristo. Perdoar uns aos outros mostra que somos misericordiosos, pacíficos e sinceros. Perdoar uns aos outros obedece ao mandamento de Jesus, que nos perdoou primeiro.
  • Aconselhar uns aos outros: aconselhar é uma forma de orientar e apoiar os nossos irmãos e irmãs em Cristo. Aconselhar uns aos outros mostra que somos sábios, amigos e fiéis. Aconselhar uns aos outros segue o ensino da Bíblia, que é a nossa fonte de sabedoria e verdade.

Mas enfim, nesta reflexão, vamos ver como a comunhão está relacionada com o amor de Deus, usando como base o versículo de 1 João 4:7: “Amados, amemo-nos uns aos outros, pois o amor procede de Deus. Aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus” . A partir deste versículo, podemos aprender seis verdades sobre a comunhão:

A comunhão é um reflexo do amor de Deus em nós (“…o amor procede de Deus….”)

O versículo diz que o amor procede de Deus. Isso significa que o amor não é algo que inventamos ou produzimos por nós mesmos. O amor é um dom de Deus, uma graça que ele nos concede. O amor é uma parte do seu caráter que ele compartilha conosco.

Quando recebemos o amor de Deus em nossos corações, esse amor nos transforma e nos capacita a amar também. O amor de Deus em nós nos faz ver as pessoas como ele as vê, com compaixão, misericórdia e bondade. O amor de Deus em nós nos faz querer o bem dos outros, assim como ele quer o nosso bem.

A comunhão é uma forma de refletir o amor de Deus em nós. Quando vivemos em comunhão com os nossos irmãos e irmãs em Cristo, estamos mostrando que fomos tocados pelo amor de Deus e que esse amor nos faz amar também. A comunhão é um espelho do amor de Deus em nós.

Ja que a comunhão é um espelho do amor de Deus em nós, é necessário que atentemos para algumas atitudes que demonstram essa realidade:

  • Ter unidade no Espírito: ter unidade no Espírito significa viver em harmonia, paz e concórdia com os nossos irmãos e irmãs em Cristo, respeitando as diferenças e valorizando a diversidade. Ter unidade no Espírito mostra que somos guiados pelo mesmo Espírito, que nos une em um só corpo, que é a igreja (Efésios 4:3-6).
  • Ter comunhão na Palavra: ter comunhão na Palavra significa estudar, meditar e praticar os ensinamentos da Bíblia, que é a Palavra de Deus, e compartilhar as nossas descobertas, dúvidas e experiências com os nossos irmãos e irmãs em Cristo. Ter comunhão na Palavra mostra que somos discípulos de Jesus, que nos ensinou a verdade, que nos liberta (João 8:31-32).
  • Ter comunhão na oração: ter comunhão na oração significa orar juntos, uns pelos outros e pelos demais, agradecendo, louvando, pedindo e intercedendo diante de Deus. Ter comunhão na oração mostra que somos dependentes de Deus, que nos ouve, nos atende e nos abençoa (Mateus 18:19-20).
  • Ter comunhão na ceia: ter comunhão na ceia significa participar do memorial da morte e ressurreição de Jesus, que instituiu a ceia como um símbolo do seu sacrifício na cruz por nós. Ter comunhão na ceia mostra que somos remidos pelo sangue de Jesus, que nos perdoa, nos purifica e nos salva (1 Coríntios 11:23-26).
  • Ter comunhão nas ofertas: ter comunhão nas ofertas significa contribuir voluntária e generosamente com os nossos recursos financeiros ou materiais para a obra de Deus e para o sustento dos necessitados. Ter comunhão nas ofertas mostra que somos mordomos de Deus, que nos confiou tudo o que temos, e que somos gratos por sua provisão (2 Coríntios 9:6-15).

Somos uma família espiritual, unida pelo amor de Deus, que nos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz. Por isso, a comunhão que vivemos é um dom precioso de Deus, que devemos preservar e cultivar. A comunhão é uma forma de expressar o nosso amor uns pelos outros, assim como Deus nos amou primeiro. A comunhão é um espelho do amor de Deus em nós.

Por isso, quero pedir a todos que se comportem de forma que a comunhão vivida seja um reflexo da presença do amor. Que sejamos bondosos, pacientes, humildes, respeitosos, sinceros e perdoados uns com os outros. Que não haja entre nós contendas, invejas, maledicências, fofocas ou divisões. Que não façamos nada por egoísmo ou vanglória, mas por interesse genuíno pelo bem do próximo.

Que o nosso testemunho seja coerente com a nossa fé, e que o nosso exemplo seja inspirador para os que nos observam. Que o nosso propósito seja glorificar a Deus em tudo o que fazemos e dizemos. Que o nosso alvo seja crescer na graça e no conhecimento de Jesus Cristo, o nosso Senhor e Salvador.

A comunhão é um testemunho do nosso conhecimento de Deus (“…Aquele que ama…. conhece a Deus”)

O versículo diz que aquele que ama conhece a Deus. Isso significa que o amor é uma evidência do nosso relacionamento com Deus. O amor é uma marca da nossa fé e da nossa obediência a Deus.

Quando conhecemos a Deus, conhecemos também o seu amor. Quando conhecemos o seu amor, aprendemos também a amar. Quando amamos, mostramos que conhecemos a Deus. O amor é uma prova do nosso conhecimento de Deus.

A comunhão é uma forma de testemunhar o nosso conhecimento de Deus. Quando vivemos em comunhão com os nossos irmãos e irmãs em Cristo, estamos mostrando que conhecemos a Deus e o seu amor. A comunhão é uma evidência do nosso conhecimento de Deus.

O conhecimento de Deus não é apenas uma questão de raciocínio lógico ou de evidência empírica, mas de experiência pessoal e relacional. Conhecer a Deus é entrar em contato com a sua realidade, a sua presença, a sua vontade e o seu amor. Conhecer a Deus é ser transformado pela sua graça e pela sua verdade. 

Mas o conhecimento de Deus não é algo que se possa guardar para si mesmo, como um tesouro escondido ou um segredo inconfessável. O conhecimento de Deus é algo que se deve compartilhar, comunicar, expressar e demonstrar. O conhecimento de Deus é algo que se deve testemunhar.

E uma das formas mais eficazes e autênticas de testemunhar o nosso conhecimento de Deus é através da comunhão. A comunhão é a expressão visível e prática do nosso amor por Deus e pelo próximo. A comunhão é a manifestação concreta e tangível da nossa fé em Deus e da nossa esperança em Deus. A comunhão é a evidência viva e dinâmica da nossa união com Deus e com os irmãos.

A comunhão, portanto, não é apenas um benefício ou um dever para os cristãos, mas uma missão e um propósito. A comunhão é uma forma de testemunhar ao mundo o nosso conhecimento de Deus, que nos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz (1 Pedro 2:9). A comunhão é uma forma de glorificar a Deus, que nos fez à sua imagem e semelhança (Gênesis 1:26-27). A comunhão é uma forma de participar da obra de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo e nos deu o ministério da reconciliação (2 Coríntios 5:18-19).

A comunhão é uma necessidade dos que são nascidos de Deus (“…Aquele que ama é nascido de Deus…”)

O versículo diz que aquele que ama é nascido de Deus. Isso significa que o amor é uma consequência da nossa nova vida em Cristo. O amor é um fruto do Espírito Santo em nós (Gálatas 5:22). O amor é uma característica dos filhos de Deus.

Quando nascemos de novo, recebemos uma nova natureza, a natureza divina (2 Pedro 1:4). Essa natureza nos faz semelhantes a Deus, que é nosso Pai celestial. Essa natureza nos faz parte da família de Deus, que é composta por todos os que creem em Jesus.

A comunhão é uma necessidade dos que são nascidos de Deus. Quando somos nascidos de novo, sentimos um desejo natural de estar perto dos nossos irmãos e irmãs em Cristo, pois eles são a nossa família espiritual. A comunhão é uma exigência dos que são nascidos de Deus.

Na igreja apostólica primitica, a comunhão era uma necessidade daqueles que alcançavam a salvação:

  • A igreja primitiva de Jerusalém: essa foi a primeira comunidade cristã formada após o Pentecostes, quando os discípulos receberam o Espírito Santo. Eles se reuniam diariamente no templo e nas casas, partiam o pão, oravam, louvavam a Deus e repartiam os seus bens com os necessitados. Eles tinham um só coração e uma só alma, e o Senhor lhes acrescentava os que iam sendo salvos (Atos 2:42-47; 4:32-35).
  • A igreja de Antioquia: essa foi a primeira igreja formada por judeus e gentios, que receberam o evangelho através dos crentes que fugiram da perseguição em Jerusalém. Eles eram ensinados pelos apóstolos Barnabé e Paulo, que os chamaram de cristãos pela primeira vez. Eles tinham uma comunhão ativa e missionária, enviando ofertas para os irmãos da Judeia que sofriam com a fome, e enviando missionários para outras regiões (Atos 11:19-30; 13:1-3).
  • A igreja de Filipos: essa foi a primeira igreja fundada por Paulo na Europa, durante a sua segunda viagem missionária. Eles eram formados por pessoas de diferentes origens e classes sociais, como Lídia, uma comerciante rica, o carcereiro romano e sua família, e outros convertidos. Eles tinham uma comunhão afetuosa e generosa com Paulo, enviando-lhe ajuda financeira em várias ocasiões, e orando por ele em suas tribulações (Atos 16:11-40; Filipenses 1:3-11; 4:10-20).

Assim como os cristãos das Igrejas primitivas, não deixem de viver em comunhão uns com os outros. Não se isolem, não se afastem, não se dividam. Mas se aproximem, se unam, se fortaleçam. Busquem a comunhão com frequência, com sinceridade, com alegria. Participem das reuniões da igreja, dos cultos, das células, dos grupos de oração. Visitem uns aos outros, orem uns pelos outros, cuidem uns dos outros. Compartilhem as suas experiências, as suas dúvidas, as suas necessidades. Sejam generosos, sejam solidários, sejam gratos.

Lembrem-se que a comunhão é uma necessidade dos que são nascidos de Deus. Lembrem-se que a comunhão é uma bênção de Deus para nós. Lembrem-se que a comunhão é uma glória de Deus através de nós.

A comunhão é uma expressão do nosso agradecimento a Deus (“…Amados…”)

O versículo começa com a palavra “amados”. Isso significa que somos amados por Deus. Somos objetos do seu amor, beneficiários da sua graça, destinatários da sua misericórdia. Somos alvos do seu favor, receptores da sua bênção, herdeiros da sua glória.

Quando reconhecemos o quanto somos amados por Deus, sentimos uma profunda gratidão em nossos corações. Sentimos uma vontade de louvar a Deus, de adorar a Deus, de servir a Deus, de obedecer a Deus. Sentimos uma alegria de pertencer a Deus.

Muitas pessoas têm dificuldade de serem gratas porque não percebem os benefícios que a gratidão traz para a vida. A gratidão é um sentimento de reconhecimento e agradecimento por algo ou alguém que nos fez bem. A gratidão nos ajuda a valorizar as coisas boas que temos e a superar as dificuldades. A gratidão também melhora o nosso humor, a nossa saúde, as nossas relações e a nossa fé.

Segundo a psicologia, a gratidão é uma das emoções positivas que amplia o sentimento de bem-estar emocional. A gratidão também ativa o sistema de recompensa do cérebro, aumentando os níveis de dopamina, um neurotransmissor responsável pelo prazer. Além disso, a gratidão reduz as emoções negativas, como raiva, inveja, medo e tristeza.

A Bíblia também nos ensina a sermos gratos em todas as ocasiões, porque essa é a vontade de Deus (1 Tessalonicenses 5:18). A gratidão é uma forma de louvar a Deus e um sinal de uma vida transformada por Jesus. Quem é grato reconhece que tudo vem de Deus e confia no seu amor e cuidado3.

A comunhão é uma forma de expressar o nosso agradecimento a Deus. Quando vivemos em comunhão com os nossos irmãos e irmãs em Cristo, estamos mostrando que somos gratos a Deus pelo seu amor que nos salvou. A comunhão é uma manifestação do nosso agradecimento a Deus.

A comunhão é uma forma de glorificar a Deus (“…Deus”)

O versículo termina com a palavra “Deus”. Isso significa que tudo o que falamos até aqui tem como objetivo final glorificar a Deus. Glorificar a Deus é reconhecer o seu valor, o seu poder, a sua santidade, a sua soberania. Glorificar a Deus é exaltar o seu nome, o seu caráter, o seu reino, o seu propósito.

Quando glorificamos a Deus, estamos cumprindo o nosso maior propósito na vida. Fomos criados para glorificar a Deus (Isaías 43:7). Fomos salvos para glorificar a Deus (Efésios 1:12). Fomos chamados para glorificar a Deus (1 Pedro 2:9).

A comunhão é uma forma de glorificar a Deus. Quando vivemos em comunhão com os nossos irmãos e irmãs em Cristo, estamos mostrando ao mundo o amor de Deus que nos une. A comunhão é um meio de glorificar a Deus.

A comunhão é um meio de edificação mútua

O versículo está no contexto de uma carta que fala sobre como devemos viver como cristãos. Uma das ênfases dessa carta é a edificação mútua, ou seja, o cuidado que devemos ter uns com os outros para crescermos na fé e na santidade.

A Bíblia nos ensina que somos membros de um mesmo corpo, que é a igreja (1 Coríntios 12:12-27). Cada membro tem uma função importante e necessária para o bom funcionamento do corpo. Cada membro depende dos outros e contribui para os outros.

O compartilhamento de experiências por meio da comunhão é um processo importante à luz da psicologia porque favorece a aprendizagem, o desenvolvimento e o bem-estar das pessoas. Compartilhar experiências significa trocar informações, sentimentos, opiniões e conhecimentos com outras pessoas, de forma colaborativa e respeitosa. A comunhão é uma forma de compartilhamento que envolve também a participação, a solidariedade e a empatia.

Segundo a psicologia, o compartilhamento de experiências por meio da comunhão tem vários benefícios, tais como:

  • Promove a aprendizagem colaborativa, que é uma forma de aprendizagem baseada na cooperação e na interação entre os participantes. A aprendizagem colaborativa favorece o desenvolvimento de habilidades cognitivas, sociais e emocionais, além de aumentar a motivação, o engajamento e a autonomia dos aprendizes. 

Na igreja, a aprendizagem colaborativa pode ser aplicada em diversas atividades, como estudos bíblicos, grupos de oração, projetos sociais, dentre outros. Essas atividades podem contribuir para que os jovens: Desenvolvam o pensamento crítico, a criatividade e a autonomia, ao serem desafiados a resolver problemas, buscar informações e tomar decisões em conjunto. Aperfeiçoem as habilidades de comunicação, ao expressarem suas ideias, opiniões e sentimentos, e de escuta, ao respeitarem e compreenderem as perspectivas dos outros. Fortalece os vínculos afetivos e sociais, que são fundamentais para a saúde mental e física das pessoas. O compartilhamento de experiências por meio da comunhão cria um sentimento de pertencimento, de apoio e de confiança entre os envolvidos. Além disso, reduz o isolamento, o estresse e o adoecimento mental relacionado ao trabalho.

  • Fortalece os vínculos afetivos e sociais, que são fundamentais para a saúde mental e física das pessoas. O compartilhamento de experiências por meio da comunhão cria um sentimento de pertencimento, de apoio e de confiança entre os envolvidos. Além disso, reduz o isolamento, o estresse e o adoecimento mental relacionado ao trabalho.

Portanto, a comunhão é um meio de edificação mútua. Quando vivemos em comunhão com os nossos irmãos e irmãs em Cristo, estamos nos ajudando uns aos outros a crescer na graça e no conhecimento de Jesus (2 Pedro 3:18). A comunhão é um recurso de edificação mútua.

Conclusão

A comunhão é uma consequência maravilhosa do amor de Deus em nós e para nós. Ela vai além das fronteiras do nosso entendimento humano e alcança até mesmo os lugares mais profundos de nossa alma. A comunhão é uma expressão vívida do amor de Deus, um testemunho concreto de nosso relacionamento com Ele. É uma necessidade vital para aqueles que são verdadeiramente nascidos de Deus, pois é por meio dela que encontramos conforto, encorajamento e apoio mútuo.

Não podemos subestimar a importância da comunhão em nossa jornada de fé. Ela nos ensina a valorizar a presença de Deus na vida de cada irmão e irmã em Cristo. Além disso, a comunhão também nos ajuda a expressar nosso reconhecimento e gratidão a Deus por Sua generosidade e bondade. É um momento de comunhão sincera e profunda, onde podemos glorificar a Deus juntos e fortalecer uns aos outros. Nossa busca pela comunhão deve ser constante e crescente. Devemos ser diligentes em cultivar relacionamentos significativos e estarmos dispostos a investir em nossa comunidade de fé. Ao fazer isso, estaremos demonstrando nosso amor por Deus e uns pelos outros, construindo uma comunidade mais forte e madura para enfrentar os desafios que nosso tempo nos apresenta.

Que possamos, portanto, valorizar e praticar cada vez mais a comunhão com nossos irmãos e irmãs em Cristo. Que possamos buscar um nível mais profundo de relacionamento com Deus e uns com os outros. E que essa comunhão nos fortaleça e nos prepare para enfrentar qualquer obstáculo que possa surgir em nosso caminho. O amor de Deus nos une e nos capacita a sermos verdadeiramente uma família de fé, prontos para fazer a diferença no mundo.

Que Deus nos abençoe e nos guarde em sua paz.

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“Dai, e dar-se-vos-á; boa medida, recalcada, sacudida, transbordante, generosamente vos dará; porque com a medida com que tiverdes medido vos medirão também.” Lucas 6:38

SOBRE O AUTOR:
Josias Moura de Menezes

É formado em Teologia, Análise e Desenvolvimento de Sistemas e Licenciatura em Matemática. É especialista em Marketing Digital, Produção Audiovisual para Web, Tecnologias de Aprendizagem a Distância, Inteligência Artificial, Jornalismo Digital e possui Mestrado em Teologia. Atua ministrando cursos de capacitação profissional e treinamentos online em diversas áreas. Para mais informações sobre o autor <clique aqui>.

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