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AULA 02 – EBD – OS PAPÉIS DO MARIDO E DA ESPOSA NO CASAMENTO

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OBJETIVO DA LIÇÃO: Nesta lição, o aluno deverá ser capaz de entender o que é o casamento à luz das Escrituras Sagradas, e refletir sobre as implicações práticas do que é viver a vida comum do lar.

TEXTO BASE: Gn 2.18-25.

INTRODUÇÃO

A aliança matrimonial traz consigo uma poderosa força de ligação. Um dos seus efeitos é o de mistura de vida, o de tornar o casal uma só carne. Essa afirmação foi inicialmente feita por Deus em Gênesis, e posteriormente citada pelo Senhor Jesus e pelo apóstolo Paulo: “Por isso, deixa o homem pai e mãe e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne” (Gn 2.24). “Então, respondeu ele: Não tendes lido que o Criador, desde o princípio, os fez homem e mulher e que disse: Por esta causa deixará o homem pai e mãe e se unirá a sua mulher, tornando-se os dois uma só carne? De modo que já não são mais dois, porém uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não separe o homem” (Mt 19.6). “Eis por que deixará o homem a seu pai e a sua mãe e se unirá à sua mulher, e se tornarão os dois uma só carne” (Ef 5.31).

O homem deixa seu lar, seu lugar de criação, seus mais intensos relacionamentos, para se unir à sua mulher. Isso significa que sua esposa passa a ser mais importante que qualquer outra pessoa, pois, após o casamento, passa a haver uma dimensão de união com sua esposa maior do que aquela que o homem provou com seus próprios pais.

I – A VISÃO BÍBLICA DA INSTITUIÇÃO DO CASAMENTO

Definindo: Entre manuais de cerimônias de casamento cristãos tradicionais, encontramos, por exemplo, no Manual do Ministro (2003, p. 7), as seguintes palavras: “O casamento é um estado honroso estabelecido por Deus, e santificado pela presença de nosso Senhor nas bodas de Caná da Galileia. As Sagradas Escrituras nos dizem que digno de honra entre todos é o casamento, e o consagram como símbolo da união mística entre Cristo e a sua Igreja”.

(A) Objetivo do casamento.

O casamento foi criado por Deus para a felicidade do homem e da mulher. O mesmo Adão que não encontrou nenhum ser que pudesse satisfazê-lo física, emocional e espiritualmente, exclamou com alegria: “Finalmente!”, exclamou o homem. “Este é osso dos meus ossos, e carne da minha carne! Será chamada ‘mulher’, porque foi tirada do ‘homem'” (Gn 2.23 NVT). Se Deus não tivesse dito nada mais acerca do casamento depois de instituí-lo, poderíamos traçar nossas próprias regras. Mas Ele não nos deixou às cegas: Deus revelou a Sua vontade acerca do casamento nas páginas da Bíblia. Desse modo, os primeiros capítulos do livro de Gênesis fornecem os parâmetros do plano divino para o casamento em todas as eras.

A criação de Eva, por exemplo, mostra o plano divino para o casamento de Adão, bem como para os casamentos subsequentes, apontando para um relacionamento monogâmico, heterossexual, no qual os cônjuges se tornam uma só carne (Gn 2.24). Deus criou apenas uma ajudadora adequada para Adão e ela era mulher. Além do mais, foi Deus quem percebeu a solidão do homem e por isso criou a mulher. Por esse motivo, podemos afirmar que o casamento foi ideia de Deus e que foi Deus quem criou homem e mulher, duas pessoas distintas e completamente diferentes para um propósito comum, a saber: viver essa união para a Sua glória (1Co 10.31).

Auxilios pedagógicos para o professor

Dicas para ajudar o aluno se aprofundar:

  • Incentive os alunos a lerem os primeiros capítulos de Gênesis para entender o plano original de Deus para o casamento.
  • Peça que os alunos pesquisem sobre o significado e importância das bodas de Caná, onde Jesus realizou seu primeiro milagre.
  • Oriente os alunos a refletirem sobre como o casamento reflete a união de Cristo com a igreja e o que isso significa para os relacionamentos conjugais.

Visão psicológica e histórica do assunto:

  • Psicologicamente, o casamento provê um relacionamento de intimidade, companheirismo e apoio mútuo, essenciais para o bem-estar emocional dos cônjuges.
  • Historicamente, o casamento tem sido a base da família e da sociedade na maioria das culturas, embora os costumes e tradições variem. Na cultura judaica, por exemplo, o casamento é considerado uma mitsvá (mandamento) e um dos eventos mais importantes na vida de uma pessoa.

Curiosidades:

  • Nas bodas de Caná, Jesus transformou água em vinho, o que simboliza a alegria e celebração associadas ao casamento.
  • O apóstolo Paulo, em suas cartas, frequentemente usa a analogia do casamento para ilustrar princípios espirituais profundos, como a relação entre Cristo e a igreja.
  • Em muitas culturas antigas, o casamento era arranjado pelas famílias, visando alianças políticas e econômicas. Hoje, na maioria das sociedades ocidentais, prevalece a escolha individual baseada no amor e afinidade.

Perguntas para discussão:

  1. Por que Deus criou o casamento? Qual é o propósito divino para a união conjugal?
  2. Como o relato da criação de Eva demonstra o plano de Deus para o casamento?
  3. De que maneiras o casamento pode refletir a relação de Cristo com a igreja?
  4. Quais são alguns dos benefícios e desafios do casamento na perspectiva bíblica?
  5. Como os casais cristãos podem viver seu casamento para a glória de Deus no contexto atual, em meio a tantas mudanças culturais e sociais?

II – O DEVER DA ESPOSA

A Auxiliadora adequada.

Em qualquer discussão sobre os deveres da esposa, devemos entender o contexto desses deveres. Em Gênesis 2.18-19, podemos notar que a essência da expressão “ajudadora idônea” sugere que a mulher era adequada ao homem de uma forma que nenhum dos animais o era (Gn 2.19-20); ela é “osso dos meus ossos e carne da minha carne” (Gn 2.23). A mulher é colocada junto ao homem como sua companheira ou ajudadora. Ela suprirá a necessidade masculina de companhia (Gn 2.18). Que papel importante Deus dá à mulher. Ela se coloca ao lado do seu marido como auxiliadora, assim como Deus se coloca ao lado de seu povo. Seu marido é chamado a se colocar ao seu lado para apoiá-la e reivindicar juntamente com ela a benção de se tornarem pais. Por isso, em relação à ordem de Deus para que a humanidade frutifique e se multiplique, encha a terra e a sujeite (Gn 1.28), a mulher é uma parceira adequada na procriação ao tornar-se “uma só carne com o homem” (Gn 2.24), conforme a providência de Deus os permita ter filhos.

B O lugar da mulher.

Sendo assim, a Bíblia também dá às esposas o dever de serem cuidadosas no lar, conforme Tt 2.5 , administrando responsavelmente aquilo que ela obtém. “Se uma mulher é competente, e ela deve ser, no devido tempo sua diligência a levará para fora de casa (Pv 31.10-31). A Bíblia não ensina que o lugar da mulher é em casa; ela exige que a casa seja propriedade dela, mas a mulher não está limitada somente ao lar” (WILSON, 2013, p. 52). Um outro aspecto do dever da esposa que merece destaque é o da sujeição, conforme podemos observar em (Ef 5.22-24 e Cl 3.18). Contudo, falar de sujeição feminina nas igrejas evangélicas brasileiras é um problema nos nossos dias porque ela é tida como rebaixamento. Muita gente acha que quando a Palavra de Deus fala sobre submissão, está dizendo que a mulher, de alguma forma, é menor em seu ser, ou está em uma condição de rebaixamento, de indignidade ou alguma coisa do tipo. O conceito neotestamentário de submissão a alguém que está em posição de autoridade não implica na inferioridade do que se sujeita, nem na superioridade do que está em autoridade. Trata-se de funções, e não de valor pessoal. Homem e mulher são iguais em dignidade, embora desempenhem papéis diferentes.

C As razões para sujeitar-se:

Razão devocional: “como convém no Senhor” (Cl 3.18). “Foi o Senhor que determinou isso, e por amor e reverência a ele, a esposa deve acatar tais mandamentos” (LOPES, 2007, P.36). A sujeição da esposa deve ser sincera, voluntária e de coração disposto. Agora, essa sujeição deve ser somente naquelas coisas determinadas e ordenadas pelo Senhor. Nunca é uma sujeição subserviente, cega e absoluta. Não é servidão nem escravidão.

Razão teológica: “Porque o marido é o cabeça da mulher como também Cristo é o cabeça da igreja”, e “Quero, entretanto, que saibais ser Cristo o cabeça de todo homem e o homem o cabeça da mulher” (Ef 5.23; 1Co 11.3). Existe um relacionamento real estabelecido entre a posição real de Cristo e a posição do marido.

De Criação: O homem foi criado primeiro (1Tm 2.12-13); A mulher foi formada do homem (Gn 2.18-24); O homem não foi criado por causa da mulher, e sim a mulher por causa do homem (1Co 11.9-10). Ao homem Deus delegou a função de liderança (Gn 2.21-22).

De Queda: Foi a mulher quem caiu primeiro, descumprindo a ordem (Gn 3.1-6). É a primeira a receber o castigo (Gn 3.16). “O que havia sido planejado para ser uma relação de alegria e realização no cumprimento de diferentes funções passou a ser algo penoso é difícil” (LOPES, 2007, p.43).

Logo, a doutrina da submissão da mulher ao seu marido não deve ser vista como contextual, sem validade para os nossos dias. Essa doutrina é bíblica, teológica, e histórica, um princípio permanente e válido para todas as épocas e em todos os lugares. Essa doutrina não implica na superioridade do homem nem na desvalorização da mulher. Se isso ocorre, não tem sido observado esse princípio bíblico corretamente. A relação não é de superioridade nem de inferioridade, mas de complementariedade. Um completa o outro. Um está lá para o outro. O homem lidera em amor para servir, proteger e prover. A mulher responde a esse amor falando: “eu estou contigo! Vamos juntos!”. É correspondência e não domínio.

Auxilios pedagógicos para o professor

Dicas para ajudar o aluno se aprofundar:

  • Incentive os alunos a estudarem passagens bíblicas que falam sobre o papel da esposa, como Provérbios 31, Tito 2 e Efésios 5.
  • Peça que os alunos pesquisem sobre mulheres exemplares na Bíblia, como Sara, Rebeca, Rute e Ester, e reflitam sobre suas características e atitudes.
  • Oriente os alunos a entrevistarem casais cristãos maduros para aprender com suas experiências e conselhos sobre o papel da esposa.

Visão psicológica e histórica do assunto:

  • Psicologicamente, a mulher tende a ser mais emocional, intuitiva e relacional, enquanto o homem tende a ser mais racional, direto e orientado a tarefas. Essas diferenças podem gerar conflitos, mas também complementaridade no casamento.
  • Historicamente, em muitas culturas, a mulher era vista como inferior e subordinada ao homem. O cristianismo elevou o status da mulher, afirmando sua igualdade em valor e dignidade, ainda que com papéis distintos.

Curiosidades:

  • A palavra hebraica para “ajudadora” usada para descrever Eva é “ezer”, que também é usada para descrever Deus como ajudador de Israel em várias passagens do Antigo Testamento.
  • No Novo Testamento, há exemplos de mulheres que exerceram papéis de liderança e ministério, como Priscila, Febe e Júnia, mostrando que a submissão não significa inferioridade ou passividade.
  • Estudos mostram que casamentos onde há respeito mútuo, apoio e complementaridade entre os cônjuges tendem a ser mais felizes e duradouros do que aqueles onde há dominação ou competição.

Perguntas para discussão:

  1. Qual é o significado de ser uma “ajudadora” adequada ao marido? Como isso se aplica na prática?
  2. De que maneiras a esposa pode ser cuidadosa no lar sem se limitar a ele?
  3. Como conciliar a submissão da esposa com a igualdade entre homem e mulher ensinada na Bíblia?
  4. Quais são os desafios e benefícios de viver os papéis bíblicos de marido e mulher no contexto atual?
  5. Como cultivar um casamento de parceria, respeito e apoio mútuos, evitando os extremos do machismo e do feminismo?

III – O DEVER DO MARIDO

Não foi apenas uma questão de colocar Eva na vida de Adão para ajudá-lo com os recursos pertinentes a ela, a fim de que ele se tornasse quem devia ser. Efésios 5.23-33 e Colossenses 3.19 descrevem o que o verdadeiro marido faz em relação à sua esposa e como não deve tratá-la. Se não vejamos:

A O marido deve amar sua esposa sacrificialmente (Ef 5.25).

O padrão do nosso amor deve seguir o padrão do amor sacrificial de Jesus. O marido deve amar a esposa de forma sacrificial, como Cristo nos amou, e com o mesmo propósito, a saber, tornar a esposa radiante e bela à medida que vence suas imperfeições e falhas. A liderança masculina foi dada para que o exercício dessa liderança seja em amor. Amor não é “palavrinha”. Amor não é “florzinha”. Amor não é “discurso”. Amor é cuidar dela, servi-la, dedicar a ela suas atenções, fazer de tudo para atendê-la, suprir suas necessidades, abençoá-la e fazer com que ela seja feliz. É isso que significa amar. Amar nesse contexto não é um mero sentimento, é uma atitude.

B O marido deve pastorear sua esposa (Ef 5.26-27).

O apóstolo Paulo inspirado pelo Espírito Santo diz que o marido santifica a esposa para preservá-la pura. Ele deve estar comprometido em promover o seu crescimento espiritual. Hoje em dia são raros os homens que pastoreiam sua família, que se preocupam com o desenvolvimento espiritual da sua esposa e de seus filhos. De maneira prática, cabe ao homem refletir sobre a sua liderança no lar em termos de oração por e com sua esposa. O culto doméstico serve como ferramenta de treinamento espiritual dos filhos. O marido deve ensinar a sua esposa. John Bunyan, certa vez, exortou os esposos a serem “maridos tão crentes a ponto de fazerem a esposa crente dizer: ‘Deus não apenas me deu um marido, mas um marido que é uma pregação diária de como Cristo trata sua igreja'” (WILSON, 2013, p.10).

C. O marido deve proteger a esposa (Ef 5.28-31).

O esposo deve exercer a função de cabeça sendo um forte protetor do seu lar. Uma das principais dificuldades que encaramos em nossa cultura hoje é a covardia geral dos homens cristãos. Homens que abdicam da força, liderança, e autoridade dadas por Deus. Não querem assumir o papel de líder; não querem tomar a iniciativa porque escolheram o caminho mais fácil. “Ser homem de verdade significa atuar como os pneus dianteiros do carro familiar, enfrentando os obstáculos, avistando os perigos, sacrificando-se a si mesmo para preservar a esposa (e os filhos) de situações difíceis, vergonhosas ou complicadas” (MERKH, 2019, p. 588). Homens cristãos que abdicam da autoridade dada por Deus, ou que se envergonham dela, estão deixando a esposa sem proteção. Portanto, o homem não deve transferir para os ombros de sua esposa o peso de sustentar o lar e tomar decisões difíceis, nem se eximir da responsabilidade do discipulado e da disciplina

Auxilios pedagógicos para o professor

Dicas para ajudar o aluno se aprofundar:

  • Incentive os alunos a estudarem as passagens bíblicas que falam sobre os deveres do marido, como Efésios 5, Colossenses 3 e 1 Pedro 3.
  • Peça que os alunos pesquisem sobre exemplos de maridos piedosos na Bíblia, como Abraão, Isaque, Jacó e José, e reflitam sobre suas características e atitudes.
  • Oriente os alunos a entrevistarem casais cristãos maduros para aprender com suas experiências e conselhos sobre o papel do marido.

Visão psicológica e histórica do assunto:

  • Psicologicamente, homens e mulheres têm características distintas que se complementam no casamento. Enquanto o homem tende a ser mais lógico, objetivo e focado em resolver problemas, a mulher geralmente é mais sensível, empática e habilidosa em construir relacionamentos. O desafio para o marido é aprender a valorizar e se adaptar a essas diferenças, usando seus pontos fortes para amar, proteger e guiar a esposa com sabedoria.
  • Historicamente, o papel do marido tem sido influenciado por fatores culturais e religiosos. Em sociedades patriarcais, o homem era visto como autoridade absoluta sobre a mulher, muitas vezes de forma opressiva. Já o modelo bíblico apresenta o marido como líder servidor, que deve amar a esposa com o mesmo amor abnegado de Cristo pela igreja. Esse paradigma desafia os extremos do machismo e do passividade, chamando o homem a exercer uma liderança amorosa e sacrificial na família.

Curiosidades:

  • A palavra grega para “cabeça” usada em Efésios 5 é “kephalē”, que significa fonte, origem ou autoridade, e não necessariamente superioridade ou domínio.
  • Estudos mostram que casamentos onde o marido exerce uma liderança amorosa e servidora tendem a ser mais felizes e duradouros do que aqueles onde há autoritarismo ou negligência.
  • Muitos líderes cristãos ao longo da história, como Martinho Lutero, João Calvino e John Wesley, enfatizaram a importância do marido amar, pastorear e proteger a esposa, seguindo o modelo de Cristo.

Perguntas para discussão:

  1. O que significa amar a esposa como Cristo amou a igreja? Como isso se aplica no dia a dia do casamento?
  2. De que maneiras o marido pode pastorear e promover o crescimento espiritual da esposa?
  3. Como o marido pode exercer a liderança do lar sem ser autoritário nem negligente?
  4. Quais são os desafios e benefícios de viver o papel bíblico do marido no contexto atual?
  5. Como cultivar um casamento onde o marido e a esposa se amam, respeitam e apoiam mutuamente, refletindo o amor de Cristo?

CONCLUSÃO

A vida é uma jornada, e essa jornada é marcada por acontecimentos importantes, dentre os quais eu destaco o casamento. Entender o plano original de Deus revelado nas Escrituras Sagradas é fundamental para a construção de casamentos sólidos e duradouros. Um esposo e uma esposa que entendem todos esses deveres e trabalham fielmente neles, são verdadeiramente um homem e uma mulher de valor inestimável. O casamento se torna uma grande fonte de bênção ao invés de uma fonte de maldição. Com temor, sabedoria, dedicação e esforço, o casamento vai crescendo em beleza até que um dia nós estaremos casados com Cristo e todas as escamas cairão dos nossos olhos. Não mais o veremos através de um espelho turvo, mas o veremos face a face; o veremos através dos portões dos céus e contemplaremos o nosso Salvador para termos comunhão com Ele numa eterna Ceia do Senhor.

Josias Moura de Menezes

É formado em Teologia, Análise e Desenvolvimento de Sistemas e Licenciatura em Matemática. É especialista em Marketing Digital, Produção Audiovisual para Web, Tecnologias de Aprendizagem a Distância, Inteligência Artificial, Jornalismo Digital e possui Mestrado em Teologia. Atua ministrando cursos de capacitação profissional e treinamentos online em diversas áreas. Para mais informações sobre o autor <clique aqui>.

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