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Aula 04 – EBD – Sexo no Casamento: A Receita de Deus para a Felicidade a Dois

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Texto Base: 1 Coríntios 7.3-6

Introdução

Vivemos em uma sociedade obcecada por sexo, mas que paradoxalmente tem dificuldade em falar abertamente sobre o assunto, especialmente no contexto crist√£o. Muitos casais lutam com quest√Ķes relacionadas √† intimidade sexual, seja por falta de informa√ß√£o, tabus religiosos ou expectativas irrealistas. Por√©m, a B√≠blia tem muito a dizer sobre esse tema t√£o importante. Nesta li√ß√£o, vamos descobrir qual √© o plano de Deus para o sexo no casamento e como cultivar uma vida sexual saud√°vel e satisfat√≥ria.

Transi√ß√£o: Vamos abrir nossos cora√ß√Ķes e mentes para receber a sabedoria de Deus sobre esse assunto t√£o √≠ntimo e essencial para a felicidade conjugal.

I. Sexo: Um Presente de Deus para o Casal (1 Co 7.3)

O sexo √© um dos mais belos e preciosos presentes que Deus concedeu aos casais. Longe de ser algo impuro ou vergonhoso, a intimidade sexual foi planejada pelo Criador como uma express√£o sublime de amor, cumplicidade e entrega m√ļtua entre marido e mulher. Como afirma o renomado escritor crist√£o C.S. Lewis, “o prazer sexual n√£o √©, em si mesmo, pecaminoso mais do que o prazer de comer. O que √© pecaminoso √© o excesso, a glutonaria, n√£o o prazer em si” (LEWIS, 2009, p. 96).

Dentro dos limites sagrados do matrim√īnio, o sexo √© uma b√™n√ß√£o divina que promove a uni√£o f√≠sica, emocional e espiritual do casal. Atrav√©s dessa experi√™ncia √≠ntima, os c√īnjuges se tornam verdadeiramente “uma s√≥ carne” (Gn 2.24), selando o compromisso de exclusividade e fidelidade que assumiram diante de Deus. Pesquisas recentes t√™m demonstrado que casais que cultivam uma vida sexual saud√°vel e satisfat√≥ria tendem a ser mais felizes, resilientes e comprometidos com o relacionamento (GOTTMAN; SILVER, 2015).

Infelizmente, muitos crist√£os ainda carregam uma vis√£o distorcida e negativa da sexualidade, fruto de s√©culos de influ√™ncia de filosofias asc√©ticas e dualistas que desprezavam o corpo e o prazer. No entanto, as Escrituras s√£o claras em afirmar a bondade e a santidade do sexo quando vivenciado conforme os padr√Ķes estabelecidos por Deus. Como declara o autor b√≠blico, “digno de honra entre todos seja o matrim√īnio, bem como o leito sem m√°cula” (Hb 13.4). Portanto, os casais crist√£os devem rejeitar todo sentimento de culpa ou vergonha em rela√ß√£o ao sexo, abra√ßando-o como um presente divino a ser desfrutado com gratid√£o, responsabilidade e alegria.

Auxilios pedagógicos para o professor

Dicas para ajudar o aluno se aprofundar:

  • Incentive os alunos a lerem passagens b√≠blicas que falam sobre sexo e casamento, como G√™nesis 2.18-25, Prov√©rbios 5.15-19, Cantares, 1 Cor√≠ntios 7.1-5, Ef√©sios 5.22-33 e Hebreus 13.4. Pe√ßa que anotem insights e reflex√Ķes para compartilhar com a classe.
  • Sugira livros crist√£os que abordam o tema da sexualidade no casamento de forma b√≠blica e edificante, como “Alegria do Sexo Segundo a B√≠blia” de Ed e Gaye Wheat, “Casamento √† Prova de Div√≥rcio” de Gary e Betsy Ricucci, “Sexo para a Gl√≥ria de Deus” de Daniel Akin, entre outros.
  • Oriente os casais a conversarem com franqueza sobre suas expectativas, desejos e dificuldades na √°rea sexual, buscando ajuda de conselheiros e terapeutas crist√£os se necess√°rio. A comunica√ß√£o honesta √© fundamental para uma vida √≠ntima saud√°vel.

Contexto histórico ou cultural:

  • Na cultura judaica do Antigo Testamento, o sexo era visto como uma b√™n√ß√£o de Deus para a procria√ß√£o e o prazer do casal. N√£o havia a conota√ß√£o negativa de pecado ou impureza que surgiu posteriormente com a influ√™ncia de filosofias pag√£s.
  • Nos tempos b√≠blicos, o adult√©rio era considerado um pecado grav√≠ssimo, pass√≠vel at√© de pena de morte (Lv 20.10). A fidelidade sexual era um valor fundamental, s√≠mbolo da alian√ßa entre Deus e seu povo.
  • Ao longo da hist√≥ria da igreja, surgiram movimentos asc√©ticos que desprezavam o corpo e o prazer sexual, considerando o celibato superior ao casamento. Isso gerou uma vis√£o distorcida que ainda impacta muitos crist√£os hoje.

Curiosidades:

  • O livro b√≠blico de Cantares, com sua linguagem po√©tica e sensual, celebra a beleza do amor e da atra√ß√£o sexual entre o casal. Ele foi interpretado tanto de forma literal quanto aleg√≥rica ao longo dos s√©culos.
  • Estudos mostram que casais crist√£os que oram juntos, leem a B√≠blia e conversam sobre sua vida espiritual tendem a ter maior satisfa√ß√£o sexual e compromisso conjugal.
  • Segundo uma pesquisa da Universidade de Chicago, casais religiosos fazem sexo com mais frequ√™ncia e t√™m n√≠veis mais altos de satisfa√ß√£o sexual do que casais n√£o religiosos.

Perguntas para discuss√£o:

  1. Qual a vis√£o b√≠blica sobre sexo? Como ela difere de concep√ß√Ķes erradas presentes na cultura e at√© na igreja?
  2. De que maneiras pr√°ticas os casais crist√£os podem cultivar uma vida sexual saud√°vel que honre a Deus?
  3. Como a igreja pode abordar esse tema de forma relevante e redentora, ajudando casais e solteiros a viverem sua sexualidade conforme os padr√Ķes divinos?
  4. Que conselhos você daria a um casal que está enfrentando dificuldades ou insatisfação em seu relacionamento sexual?
  5. Como desenvolver uma vis√£o positiva e santa do sexo, rejeitando sentimentos de culpa e vergonha?

II. Satisfazendo as Necessidades um do Outro (1 Co 7.4-5a)

No contexto do matrim√īnio, marido e mulher t√™m a responsabilidade de estarem dispon√≠veis sexualmente um para o outro. Como ensina o ap√≥stolo Paulo, “a mulher n√£o tem autoridade sobre o seu pr√≥prio corpo, mas sim o marido. Da mesma forma, o marido n√£o tem autoridade sobre o seu pr√≥prio corpo, mas sim a mulher” (1 Co 7.4). Essa declara√ß√£o enf√°tica revela o princ√≠pio da mutualidade e da entrega rec√≠proca que deve caracterizar a vida sexual do casal.

Longe de ser uma licen√ßa para o ego√≠smo ou a imposi√ß√£o unilateral dos desejos, esse vers√≠culo estabelece que, no pacto conjugal, o corpo de cada c√īnjuge pertence tamb√©m ao outro. Como afirma o renomado conselheiro crist√£o Gary Chapman (2005, p. 37), “no casamento, seu corpo se torna um bem compartilhado […]. Pertence a voc√™, mas tamb√©m pertence a seu c√īnjuge”. Essa perspectiva exclui posturas de nega√ß√£o ou indiferen√ßa em rela√ß√£o √†s necessidades sexuais do parceiro.

Contudo, √© fundamental que a frequ√™ncia e a din√Ęmica da intimidade sexual sejam acordadas pelo casal, havendo sensibilidade, compreens√£o e respeito m√ļtuos. Pesquisas recentes t√™m demonstrado que a satisfa√ß√£o sexual est√° diretamente relacionada √† capacidade de comunica√ß√£o e negocia√ß√£o entre os c√īnjuges (MCCARTHY; METZ, 2008). Assim como em outras √°reas do relacionamento, √© essencial que marido e mulher cultivem um di√°logo aberto e honesto sobre suas expectativas, desejos e limita√ß√Ķes no √Ęmbito da sexualidade.

Nesse processo, a empatia e a considera√ß√£o pelo outro s√£o indispens√°veis. Como ilustra o ap√≥stolo Paulo em outra passagem, no casamento, cada um deve procurar agradar ao seu c√īnjuge (1 Co 7.33-34). Essa atitude altru√≠sta, que coloca o bem-estar do parceiro em primeiro lugar, √© a chave para uma vida sexual saud√°vel e gratificante. Afinal, como poeticamente expressa o C√Ęntico dos C√Ęnticos, o amor verdadeiro “n√£o busca os seus interesses” (Ct 8.7; 1 Co 13.5).

Portanto, satisfazer as necessidades sexuais um do outro no casamento requer mais do que apenas disponibilidade f√≠sica. Envolve uma postura de generosidade, compreens√£o e adapta√ß√£o m√ļtua, na qual cada c√īnjuge se esfor√ßa para ser sens√≠vel e atencioso √†s demandas e peculiaridades do seu parceiro. Somente assim, o leito conjugal se torna um lugar de deleite, cumplicidade e edifica√ß√£o para o casal.

Auxilios pedagógicos para o professor

Dicas para ajudar o aluno se aprofundar:

  • Incentive os alunos a memorizarem 1 Cor√≠ntios 7.4-5 e refletirem sobre seu significado pr√°tico no dia a dia do casamento. Como aplicar o princ√≠pio da mutualidade e entrega na vida sexual?
  • Sugira a leitura de livros crist√£os que abordam a import√Ęncia da generosidade e do servir ao c√īnjuge, como “As Cinco Linguagens do Amor” de Gary Chapman, “O Amor e o Respeito” de Emerson Eggerichs, “Casamento Blindado” de Renato e Cristiane Cardoso, entre outros.
  • Oriente os casais a fazerem um “Di√°rio Sexual” onde possam anotar seus sentimentos, desejos e experi√™ncias √≠ntimas, compartilhando um com o outro para aprofundar o di√°logo sobre sexualidade.

Contexto histórico ou cultural:

  • Na cultura greco-romana do Novo Testamento, era comum a vis√£o de que o corpo da esposa pertencia ao marido, mas n√£o o contr√°rio. Paulo rompe com essa mentalidade machista, afirmando a mutualidade conjugal.
  • No juda√≠smo, o sexo era considerado uma mitsv√° (mandamento) no casamento, sendo dever do marido satisfazer sexualmente sua esposa. A frequ√™ncia m√≠nima de rela√ß√Ķes era estipulada de acordo com a profiss√£o do homem.
  • Ao longo da hist√≥ria, muitos te√≥logos e escritores crist√£os enfatizaram o “d√©bito conjugal”, o dever de os c√īnjuges estarem dispon√≠veis um ao outro. Contudo, isso por vezes gerou abusos e desconsidera√ß√£o pelo bem-estar do parceiro.

Curiosidades:

  • Pesquisas mostram que casais que priorizam o prazer um do outro na rela√ß√£o sexual tendem a ser mais satisfeitos n√£o apenas sexualmente, mas tamb√©m emocionalmente em seu casamento.
  • Um estudo publicado no Journal of Sex Research revelou que casais crist√£os que acreditam que Deus est√° presente em sua vida sexual relatam maior satisfa√ß√£o e sentido de santidade em suas experi√™ncias √≠ntimas.
  • O livro de Cantares usa a met√°fora de “comer e beber” do amor (Ct 5.1), indicando que o sexo no casamento deve ser saboreado sem pressa, com entrega e deleite m√ļtuos.

Perguntas para discuss√£o:

  1. O que significa, na pr√°tica, o corpo de um c√īnjuge “pertencer” tamb√©m ao outro? Como vivenciar isso de forma saud√°vel e respeitosa?
  2. Quais são os principais desafios para o casal manter uma vida sexual ativa e satisfatória em meio à rotina, ao cansaço e às diferenças de desejo?
  3. Como conciliar a disponibilidade sexual com momentos em que um dos c√īnjuges n√£o est√° disposto ou capaz de se relacionar intimamente?
  4. De que maneiras os c√īnjuges podem ser sens√≠veis e generosos em rela√ß√£o √†s necessidades e prefer√™ncias sexuais um do outro?
  5. Como o servi√ßo abnegado e a entrega m√ļtua na √°rea sexual podem fortalecer o v√≠nculo e a intimidade do casal como um todo?

III. Evitando as Tenta√ß√Ķes pela Intimidade (1 Co 7.5b-6)

A intimidade sexual no casamento n√£o √© apenas uma fonte de prazer e conex√£o para o casal, mas tamb√©m um poderoso instrumento de prote√ß√£o contra as tenta√ß√Ķes. Como adverte o ap√≥stolo Paulo, marido e mulher n√£o devem se privar um do outro, “para n√£o os tentar Satan√°s, por causa da incontin√™ncia” (1 Co 7.5b). Essa orienta√ß√£o divina reconhece a realidade dos desejos sexuais e a import√Ęncia de satisfaz√™-los no contexto leg√≠timo do matrim√īnio.

Contudo, pode haver ocasi√Ķes em que o casal decida, de comum acordo, abster-se temporariamente da atividade sexual. Esses per√≠odos de abstin√™ncia devem ser motivados por prop√≥sitos nobres e espirituais, como a dedica√ß√£o √† ora√ß√£o e ao jejum (1 Co 7.5a). Como ressalta o renomado conselheiro crist√£o Ed Wheat (2004, p. 121), “a abstin√™ncia sexual no casamento s√≥ deve ocorrer por m√ļtuo consentimento e por um bom motivo, como a busca espiritual”. Fora dessas circunst√Ęncias excepcionais, a recusa ou neglig√™ncia em rela√ß√£o ao sexo pode expor o c√īnjuge a tenta√ß√Ķes perigosas.

De fato, pesquisas recentes t√™m demonstrado que a falta de intimidade sexual √© um dos principais fatores que contribuem para a infidelidade conjugal (PITTMAN, 1989; GLASS, 2002). Quando as necessidades sexuais n√£o s√£o adequadamente supridas no casamento, o c√īnjuge insatisfeito se torna mais vulner√°vel √†s investidas de terceiros e √†s sedu√ß√Ķes da cultura hedonista ao seu redor. Como alerta o terapeuta sexual Clifford Penner (1981, p. 232), “um casamento sem sexo √© como uma cidade sem muros – fica exposto a todo tipo de ataque”.

Diante dessa realidade, o sexo se apresenta como um verdadeiro “ant√≠doto” dado por Deus para manter a exclusividade e a pureza no relacionamento conjugal. Atrav√©s da intimidade sexual, marido e mulher reafirmam seu compromisso de fidelidade e fortalecem os la√ßos que os unem. Como expressou poeticamente o s√°bio Salom√£o, “seja bendito o teu manancial; alegra-te com a mulher da tua mocidade […] e perder-te-√°s sempre nos seus amores” (Pv 5.18,19). Quando o casal cultiva uma vida sexual saud√°vel e satisfat√≥ria, as tenta√ß√Ķes perdem seu poder e a rela√ß√£o conjugal se torna um ref√ļgio seguro contra os ass√©dios do mundo.

Portanto, longe de ser um mero ap√™ndice ou uma concess√£o no casamento, o sexo √© uma d√°diva divina essencial para a prote√ß√£o da santidade matrimonial. Atrav√©s da intimidade f√≠sica, emocional e espiritual proporcionada pelo ato sexual, os c√īnjuges encontram a provis√£o de Deus para suas necessidades e a for√ßa para resistir √†s sedu√ß√Ķes que amea√ßam seu relacionamento. Como afirma o escritor crist√£o Tim LaHaye (2005, p. 22), “o sexo √© o cimento que mant√©m marido e mulher colados um ao outro”. Que os casais valorizem e priorizem essa b√™n√ß√£o, desfrutando-a com gratid√£o e responsabilidade.

Auxilios pedagógicos para o professor

Dicas para ajudar o aluno se aprofundar:

  • Incentive os alunos a pesquisarem vers√≠culos b√≠blicos que falem sobre a import√Ęncia da fidelidade conjugal e o perigo das tenta√ß√Ķes, como Prov√©rbios 5.15-20, 6.20-35, Mateus 5.27-30, 1 Tessalonicenses 4.3-8.
  • Sugira a leitura de livros crist√£os que abordam o tema da pureza sexual e do combate √† pornografia e ao adult√©rio, como “Todo Homem √© uma Batalha” de Stephen Arterburn, “Quando Homens Bons s√£o Tentados” de Bill Perkins, “Fiel a Toda Prova” de Fred Stoeker, entre outros.
  • Oriente os casais a estabelecerem “prote√ß√Ķes” em seu casamento contra as tenta√ß√Ķes, como evitar situa√ß√Ķes comprometedoras, cultivar a intimidade emocional, fortalecer a vida espiritual, buscar ajuda em caso de lutas.

Contexto histórico ou cultural:

  • Na cultura greco-romana, era comum o homem ter rela√ß√Ķes sexuais fora do casamento com escravas, prostitutas e concubinas. O adult√©rio masculino s√≥ era condenado se envolvesse a esposa de outro cidad√£o.
  • No Antigo Testamento, o adult√©rio era considerado um pecado grav√≠ssimo, sujeito √† pena de morte (Lv 20.10, Dt 22.22). Contudo, a poligamia era praticada pelos patriarcas e reis, embora n√£o fosse o ideal divino.
  • Nos tempos b√≠blicos, a falta de intimidade sexual no casamento era vista como uma viola√ß√£o do pacto conjugal e uma forma de fraude (√äx 21.10-11, 1 Co 7.3-5).

Curiosidades:

  • Estudos mostram que casais que t√™m rela√ß√Ķes sexuais com mais frequ√™ncia (pelo menos 1-2 vezes por semana) s√£o menos propensos a se envolverem em adult√©rio ou buscarem pornografia.
  • Pesquisas revelam que a maioria dos casos de infidelidade conjugal come√ßa n√£o por insatisfa√ß√£o sexual, mas por car√™ncias emocionais n√£o supridas, como falta de aten√ß√£o, elogio e afeto.
  • No livro de Cantares, a amada √© descrita como um “jardim fechado” e uma “fonte lacrada” (Ct 4.12), simbolizando a exclusividade sexual que deve caracterizar o relacionamento do casal.

Perguntas para discuss√£o:

  1. Por que a intimidade sexual √© t√£o importante para a prote√ß√£o do casamento contra as tenta√ß√Ķes? Que rela√ß√£o existe entre sexo e fidelidade?
  2. Quais são as principais ameaças à pureza sexual que os casais enfrentam hoje? Como a mídia, a internet e a cultura influenciam nesse aspecto?
  3. Que atitudes e h√°bitos os c√īnjuges devem cultivar para fortalecer seu compromisso de exclusividade e santidade sexual?
  4. Em que circunst√Ęncias excepcionais o casal pode decidir abster-se de rela√ß√Ķes sexuais por um per√≠odo? Como fazer isso de forma saud√°vel e consensual?
  5. Que conselhos voc√™ daria a algu√©m que est√° enfrentando tenta√ß√Ķes sexuais fora do casamento? Que recursos e estrat√©gias podem ajudar nessa batalha?

Conclus√£o

O sexo é um dos mais belos presentes que Deus deu para os casais. Quando vivido dentro dos princípios bíblicos, ele promove alegria, satisfação e cumplicidade entre marido e mulher. Que possamos valorizar e cultivar a intimidade sexual em nossos casamentos, desfrutando desse tesouro com gratidão e responsabilidade. Afinal, um casal que se ama e se deseja mutuamente é um testemunho vivo do amor de Deus e de Seus propósitos para a união conjugal.

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“Dai, e dar-se-vos-√°; boa medida, recalcada, sacudida, transbordante, generosamente vos dar√°; porque com a medida com que tiverdes medido vos medir√£o tamb√©m.”¬†Lucas 6:38

SOBRE O AUTOR:
Josias Moura de Menezes

√Č formado em Teologia, An√°lise e Desenvolvimento de Sistemas e Licenciatura em Matem√°tica. √Č especialista em Marketing Digital, Produ√ß√£o Audiovisual para Web, Tecnologias de Aprendizagem a Dist√Ęncia, Intelig√™ncia Artificial, Jornalismo Digital e possui Mestrado em Teologia.¬†Atua ministrando cursos de capacita√ß√£o profissional e treinamentos online em diversas √°reas. Para mais informa√ß√Ķes sobre o autor <clique aqui>.

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