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Estudo para o encontro de homens, mulheres e crianças. Tema: Poder para cumprir a missão

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Poder para cumprir a missão

Atos 1.8

INTRODUÇÃO

Nas últimas instruções que Jesus passou para os seus discípulos – os quais estavam tomados de preocupações (v. 6) escatológicas desnecessárias – Ele confirmou a gloriosa promessa de enviar o Espírito Santo e redirecionou a atenção deles para o foco da missão. Essa promessa já havia sido vaticinada pelo profeta Joel, cerca de 800 anos antes de Cristo (2.28).

O Espírito Santo é o agente que capacita o cumprimento da tarefa. Não é possível fazer algo sem capacitação. Quando Deus chama, Ele também capacita, equipa. Apesar do treinamento teológico que os discípulos tiveram aos pés do Mestre, por cerca de três anos, eles ainda não estavam prontos para a grande comissão (veja Mateus 28.19,20), pois precisavam ser cheios do Espírito de Deus. Jesus também dependeu dessa capacitação sobrenatural para cumprir o Seu ministério (Mateus 3.17; Atos 10.37,38). Portanto, cada um de nós, além de todo preparo humano, depende dessa “unção”, ou revestimento de poder (Atos 2.38,39), para sermos bem- sucedidos naquela que é a maior das missões da Igreja em relação ao mundo, ou seja, a evangelização.

PROPOSIÇÃO: O poder do Espírito Santo é fundamental para o êxito da grande comissão.

 

I    – “…MAS RECEBEREIS PODER”.

A participação do Espírito Santo é imprescindível para se levar a bom termo a tarefa da evangelização mundial, pois é Ele quem convence e transforma o pecador (veja João 16.8). Além disso, é Ele pessoalmente quem vocaciona o crente para o desempenho do ministério (Atos 13.1-3), e o equipa com os dons espirituais que distribui (ICoríntios 12). Mas apesar disso, nem toda pessoa regenerada é cheia do Espírito.

Não precisamos falar a ninguém que estamos “cheios do Espírito”, pois todos verão (como Moisés; veja Êxodo 34.29-34). Essa experiência produz mudanças visíveis no crente, tanto interiores (santificação), quanto exteriores (produtividade: vida cristã intensa e exemplar).

O poder do Espírito Santo deve ser permanente no crente, para que este viva uma vida abundante, seja vitorioso no combate da fé (veja ITimóteo 6.12) e reproduza os atos próprios do caráter de Jesus Cristo (2Coríntios 3.18).

O poder de Deus capacita o evangelista comum por meio de coragem e fé sobrenatural para enfrentar e superar os desafios, perseguições e demais dificuldades que surjam na concretização da missão. Os discípulos revolucionaram após serem cheios do poder do Espírito Santo (At 2.40,41).

Observamos que, quando nosso Senhor Jesus declarou “recebereis poder”, Ele estava sinalizando a Seus discípulos para uma nova experiência, diferente de tudo o que eles já tinham recebido. Portanto, o poder do Espírito é algo diferente do novo nascimento, e que pode vir em seguida a ele, mas somente se o desejarmos e buscarmos (exemplo: crentes de Éfeso; veja Atos 19.1-6).

A palavra “poder” no grego é dunamis, de onde vem a palavra “dinamite”, dunamis também significa força, fortaleza, energia e capacitação. Por intermédio desse poder, o crente consegue: 1. “…resistir no dia mau…” (Ef 6.13). 2. Perseverar na doutrina dos apóstolos (firmeza teológica), na comunhão (unidade da Igreja) e na oração (desejo de orar; veja Atos 2.42). 3. Ser testemunha convincente do Evangelho.

Receber o Espírito é uma experiência única, entretanto, ser cheio do seu poder é algo contínuo, progressivo e para a vida toda. A ordem de Deus é “…enchei-vos do Espírito” (Ef 5.18), e plerousthe é o termo grego para “enchei-vos”, que está conjugado no tempo presente, imperativo passivo, o que significa dizer, que em todo tempo nós somos responsáveis em nos encher do Espírito de Deus. Neste caso, ser cheio do Espírito não é ter mais Dele, ao contrário, é Ele possuir, controlar mais de nós. Já o tempo passivo dá a idéia de permitirmos (e não resistirmos; veja Atos 7.51) o Seu amoroso controle. Isto é tanto em termos de vida cristã quanto de serviço para o Reino. Quem é cheio do Espírito pode ouvi-lo sem problema, não haverá “ruídos” que o impeçam de atender ao divino chamado (Apocalipse 2.29).

 

II – “…E SEREIS MINHAS TESTEMUNHAS”.

O alvo da capacitação é o serviço, é o pleno cumprimento da missão. Paulo afirma isso em Efésios 4.12, veja: “…com vistas ao aperfeiçoamento dos santos para o desempenho do seu serviço”. Uma das provas de que estamos cheios do Espírito de Deus vem pela obediência ou sujeição à Sua vontade, que nesse caso está voltada para a evangelização.

“Testemunhas” no grego é mártures, de onde vem o termo mártir. Estamos dispostos a expor nossas vidas (sofrimento ou morte) por amor à causa do Evangelho? Testemunhar é o mesmo que manifestar, testificar, declarar sem rodeios tudo aquilo que Jesus fez e está fazendo em nossas vidas. Para o ex-endemoninhado de Gadara, Ele disse: “Vai para tua casa, para os teus. Anuncia-lhes tudo o que o Senhor te fez e como teve compaixão de ti” (Mc 5.19).

É esse poder para testemunhar que o Espírito Santo deseja nos dar, com ele, nossa tarefa de anunciar a morte vicária e a ressurreição triunfal de Cristo se toma eficaz e produtiva (veja Lucas 10.9).

 

CONCLUSÃO

Ser revestido pelo poder do Espírito Santo não foi privilégio apenas dos apóstolos, pois a promessa é para todas as gerações da Igreja (veja Atos 2.38,39). Ademais, as necessidades daquele tempo são as mesmas de hoje – em termos espirituais. Os demônios são os mesmos, há povos de difícil alcance (índios não civilizados, povos muçulmanos) etc.

O apóstolo Paulo pede oração para a igreja em Éfeso, exatamente porque ele desejava ter um ministério poderoso, queria pregar de forma vigorosa e intrépida (6.19). Isso significa dizer que, por meio da oração, a busca de poder do Espírito Santo deve ser intensa, e que também precisamos de intercessores compromissados com a missão para nos ajudar nessa busca.

 

Este e outros estudos podem ser encontrados no site: https://josiasmoura.wordpress.com/

 

 

Josias Moura de Menezes

É formado em Teologia, Análise e Desenvolvimento de Sistemas e Licenciatura em Matemática. É especialista em Marketing Digital, Produção Audiovisual para Web, Tecnologias de Aprendizagem a Distância, Inteligência Artificial, Jornalismo Digital e possui Mestrado em Teologia. Atua ministrando cursos de capacitação profissional e treinamentos online em diversas áreas. Para mais informações sobre o autor <clique aqui>.

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