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Lição 03 e 04 da EBD do professor

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Lição 03: As Abominações do Templo

TEXTO ÁUREO

”E disse-me: Filho do homem, vês tu o que eles estão fazendo? As grandes abominações que a casa de Israel faz aqui, para que me afaste do meu santuário? Mas verás ainda maiores abominações.” (Ez 8.6)

VERDADE PRÁTICA

O lugar mais sagrado da Terra Santa se tornou o centro das abominações e isso serve como prenúncio da apostasia generalizada do fim dos tempos.

LEITURA DIÁRIA

Segunda – Ez 23.37-39 A chocante descrição das práticas abomináveis no Templo
Terça – Sl 106.19,20 O culto do bezerro fazia parte desse pacote de abominações
Quarta – Jz 8.33 A prostituição era parte do culto aos deuses
Quinta – Jr 3.8 O culto pagão é o mesmo que prostituição espiritual
Sexta – Hc 1.2-4 A corrupção nos vários segmentos da sociedade era parte das abominações
Sábado – Ap 17.4,5 A Grande Babilônia é a mãe das prostituições e abominações da terra

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Ezequiel 8.5,6,9-12,14,16

5 – E disse-me: Filho do homem, levanta, agora, os teus olhos para o caminho do norte. E levantei os meus olhos para o caminho do norte, e eis que da banda
do norte, à porta do altar, estava esta imagem de ciúmes, à entrada.
6 – E disse-me: Filho do homem, vês tu o que eles estão fazendo? As grandes abominações que a casa de Israel faz aqui, para que me afaste do meu santuário? Mas verás ainda maiores abominações.
9 – Então, me disse: entra e vê as malignas abominações que eles fazem aqui.
10 – E entrei e olhei, e eis que toda forma de répteis, e de animais abomináveis, e de todos os ídolos da casa de Israel estavam pintados na parede em todo o redor.
11 – E setenta homens dos anciãos da casa de Israel, com Jazanias,filho de Safã, que se achava no meio deles, estavam em pé diante das pinturas, e cada um tinha na mão o seu incensário; e subia uma espessa nuvem de incenso.
12 – Então, me disse: Viste, filho do homem, o que os anciãos da casa de Israel fazem nas trevas, cada um nas suas câmaras pintadas de imagens? E eles dizem: O SENHOR não nos vê, o SENHOR abandonou a terra.
14 – E levou-me à entrada da porta da Casa do Senhor, que está da banda do norte, e eis que estavam ali mulheres assentadas chorando por Tamuz.
16 – E levou-me para o átrio interior da Casa do SENHOR, e eis que estavam à entrada do templo do SENHOR, entre o pórtico e o altar, cerca de vinte e cinco homens, de costas para o templo do SENHOR e com o rosto para o oriente; e eles adoravam o sol, virados para o oriente.

Hinos Sugeridos: 10, 124, 422 da Harpa Cristã

PLANO DE AULA

1- INTRODUÇÃO
A idolatria leva o ser humano, e até mesmo uma nação, à ruína moral e espiritual. Por isso, a presente lição traz um alerta a respeito desse perigo. O que Deus revelou ao profeta Ezequiel, a respeito das abominações do Templo, forma uma imagem impressionante: abominações chocantes no lugar santo. À luz dessa imagem, a lição tem o propósito de levar os crentes em Jesus a examinar a respeito da ruína moral e espiritual da idolatria. Não estamos isentos desse perigo.
2- APRESENTAÇÃO DA LIÇÃO
A) Objetivos da Lição:
I) Expor a visão do capítulo 8 do livro;
II) Destacar as imagens de ciúmes, o culto aos animais e répteis e os 70 anciãos;
III) Tratar a respeito do ritual de Tamuz e dos adoradores do sol.
B) Motivação: Ao longo das Escrituras, percebemos uma grande quantidade de povos que praticavam idolatrias variadas. Deuses em forma de animais, deuses com aspectos humanos, enfim, é a prova de um processo de corrupção da imagem divina que o ser humano sofreu desde a queda dos nossos primeiros pais. É preciso prudência para não cair nas astutas ciladas de Satanás que, na modernidade, traz uma idolatria com novas formas e estilos.
C) Sugestão de Método: Preza­do professor, estimada professora, planejar a sua aula é fundamental. Por isso, sugerimos uma lista de verificação para saber se a sua aula foi bem elaborada:
1) Ore e medite sobre a passagem bíblica em estudo;
2) Use mais de um ou dois Comentários Bíblicos;
3) Faça um esboço de sua aula;
4) Certifique-se da clareza do tema principal e dos subtemas;
5) Pense em ilustrações e exemplos para trazer vida a sua aula;
6) pratique a sua aula em voz alta na frente do espelho;
7) Garanta que a pergunta de aplicação (O que faço com isso?) seja satisfatoriamente respondida.
3- CONCLUSÃO DA LIÇÃO
A) Aplicação: Aborde a respeito de diversos tipos de idolatrias que podem estar presente em nós e entre nós:
1) aspiração excessiva por títulos;
2) tendência ao fanatismo por artista gospel;
3) apego a ensinos que satisfazem certos comportamentos
contrários à Bíblia;
4) auto-exibição/autolatria.
4- SUBSÍDIO AO PROFESSOR
A) Revista Ensinador Cristão. Vale a pena conhecer essa revista que traz reportagens, artigos, entrevistas e subsídios de apoio à Lições Bíblicas Adultos. Na edição 92, p.37, você encontrará um subsídio especial para esta lição.
B) Auxílios Especiais: Ao final do tópico, você encontrará auxílios que darão suporte na preparação de sua aula:
1) O texto “Dentro do próprio Templo” amplia as implicações teológicas que a idolatria trazia para a vida espiritual da nação;
2) O texto “Religiosidade Pagã” aprofunda o terceiro tópico a respeito de Tamuz e a adoração ao deus sol.

INTRODUÇÃO

A literatura apocalíptica se caracteriza pela presença de símbolos, sonhos e visões. O Livro de Apocalipse é um exemplo clássico desse modelo literário. Ezequiel inaugurou esse estilo no Antigo Testamento, quando começa e termina o seu livro com oráculos divinos apocalípticos, capítulos 1 e 40-48, além de 8-11. O capítulo 8 inicia uma nova seção nessa modalidade, meio pelo qual Deus revelou ao profeta as abominações do Templo de Jerusalém. O objetivo da presente lição é levar os crentes em Jesus a uma reflexão mais profunda sobre a ruína moral e espiritual da idolatria por meio da análise dessas abominações chocantes.

Palavra-Chave: IDOLATRIA

I – SOBRE A VISÃO

1- A segunda visão. As visões dos capítulos 1-11 são partes de uma única unidade literária. O profeta recebeu essa visão 14 meses depois da primeira, a visão da carruagem da glória de Deus ”no quinto ano do cativeiro do rei Joaquim” (Ez 1.2), e o capítulo 8 introduz uma nova visão no ”sexto ano, no mês sexto” (Ez 8.1). Mas essa visão não foi da glória de Deus, o que Ezequiel viu foram as abominações praticadas no Templo, o que justifica a razão da ira divina sobre os moradores de Jerusalém (Ez 8.18). Essa data é importante porque mostra que a cidade e o Templo ainda não haviam sido destruídos. Essa visão é preterista porque se relaciona com os acontecimentos contemporâneos de Ezequiel, mas isso não exclui o futurismo, pois anuncia eventos que estavam para acontecer (Ez 8.18).

2- As visões das abominações do Templo. A visão no capítulo 8 destoa das demais visões do próprio Ezequiel e demais profetas do Antigo Testamento. Ele foi levantado pelo Espírito Santo entre o céu e a terra e levado a Jerusalém numa visão (8.1-3). As visões de Deus mostram fatos que estão acontecendo no ato da revelação e que ainda vão acontecer, a curto, médio ou longo prazo e até mesmo no contexto escatológico. Daniel teve visões de coisas futuras (Dn 7.1,15-28; 8.1,15-27), e da mesma forma o apóstolo João, cujas visões são de fatos passados, presentes e futuros: ”Escreve as coisas que tens visto, e as que são, e as que depois destas hão de acontecer” (Ap 1.19).

3- Como entender as visões de Deus? Ezequiel foi transportado em espírito da Babilônia para o Templo de Jerusalém, mas há quem afirme ter sido em corpo, incorpore. Era uma visão em tempo real (11.1), mas não foi física, e isso fica claro porque o profeta diz “me trouxe a Jerusalém em visões de Deus” (8.3), e depois ele retorna à Caldeia (11.24). Essa é a mesma experiência do apóstolo João em Apocalipse (Ap 1.10). Deus introduz o profeta no interior do Templo e lhe mostra quatro dos oficiais da Casa de Deus e algumas mulheres praticando o mais baixo grau de idolatria, razão pela qual a sua destruição se torna inevitável.

SINOPSE I

A visão das abominações do Templo destoa das demais visões do profeta Ezequiel e de outros profetas do Antigo Testamento.

II – SOBRE AS ABOMINAÇÕES (PARTE 1)

1- A imagem de ciúmes (v.5). O termo ciúme, do hebraico qi’nah’ significa “zelo, ciúme ardente, ira”. Essa imagem é semel, em hebraico, “imagem, ídolo”, que muitos expositores do Antigo Testamento identificam como Aserá, deusa também conhecida como “bosque, poste-ídolo”. O rei Manassés pôs, no Templo de Jerusalém, a imagem de madeira de Aserá (2 Rs 21.3,7), mas que foi destruída pelo rei Josias (2 Rs 23.3). Muitos acreditam que, nos dias de Ezequiel, ela tenha sido colocada de volta no Templo. O uso da expressão “imagem de ciúme” se explica porque a idolatria provoca ciúme de Deus pelo seu povo (Ez 5.13; 16.38, 42; 36.6; 38.19).

2- O culto aos animais e aos répteis (v.10). Esse culto pagão mostra o seu aspecto secreto e clandestino. Nessa visão, o profeta precisou cavar um buraco na parede para ver o que se passava nas câmaras do Templo (vv 7,8). Ezequiel viu pintado, na parede no interior da Casa de Deus, toda sorte de animais abomináveis e répteis, além dos ídolos do povo (v.10). A zoolatria significa adoração aos animais. Ela é típica dos egípcios, que viam neles mais que símbolos ou emblemas· eles os consideravam receptáculos das formas do poder divino.

3- Os setenta anciãos (v.11). O an­cião em hebraico, zaqen, literalmente, e ”Idoso” ; e em grego, presbyteros, ”o mais velho”. Ambas se referem tanto a pessoas velhas como também a líderes comunitários (Ez 7.26; Êx 19.7; Is 24.23; Jr 19.1). O termo é usado ainda para príncipes (Is 3.14) e líderes nas comunidades cristãs (At 14.23; 20.17). Não se tem informação detalhada sobre os ”setenta homens, dos anciãos da casa de Israel”, e nada há nas Escrituras que indique ser uma referência ao Sinédrio. Quanto a ”Jazanias, filho de Safã”, há pelo menos quatro personagens com esse nome no Antigo Testamento (Ez 11.1; Jr 35.3; o.8). Parece que Safã, nessa passagem, é o mesmo escrivão do rei Josias (2 Rs 22.8-11). Alguns estudiosos não veem motivos suficientes para distinguir esse Safã do escrivão. Se isso puder ser confirmado, Jazanias seria uma ovelha desgarrada como acontece ainda hoje em boas famílias de igreja, de um filho ou filha que se apostatou da fé.

SINOPSE II

As abominações estão ligadas aos ídolos. A afronta maior a Deus é o fato de elas serem praticadas na Casa de Deus.

AUXÍLIO TEOLÓGICO

DENTRO DO PRÓPRIO TEMPLO
”Dentro do próprio templo, Ezequiel viu uma multidão de imagens representando toda forma de criatura (Ez 8.7-13). Essa presença era violação direta do mandamento que proibia a representação de qualquer criatura em forma tangível (Êx 20.4-6). Ezequiel também viu, no lado norte do templo, mulheres chorando por Tamuz (Ez 8.14,15), o deus sumério­-babilônico da fertilidade. O fato de estar sendo feito junto às portas da casa do Senhor dá a entender não só idolatria aberta e descarada, mas também a atribuição de Tamuz às bênçãos da fertilidade que só o Senhor dá. Neste sentido, era violação do mandamento que proíbe o uso do nome do Senhor de maneira vazia pois o que deveria ter sido designado a ele era designado a Tamuz” (ZUCK, Roy. (Ed). Teologia do Antigo Testamento. Rio de Janeiro: CPAD, 2009, p.401).

III – SOBRE AS ABOMINAÇÕES (PARTE 2)

1- O ritual de Tamuz (v.14). Tamuz era uma divindade babilônica de ori­gem suméria, deus da vegetação e dos rebanhos. A crença pagã era que ele ficava seis meses morto no submundo no período da seca; e seis meses vivo no período das chuvas. Assim, era realizado, anualmente, um ritual de lamento pelas carpideiras, em favor de Tamuz no segundo dia do quarto mês para que ele ressuscitasse e fizesse chover. As carpideiras eram as pranteadoras profissionais, cuja função era lamentar nos velórios e enterros, para fazer com que os outros também chorem (Jr 9.17; Os 9.4; Mt 9.23; Me 5.38; Lc 8.52). Parece que essas mulheres estavam envolvidas num culto sincrético, visto que a visão é do “sexto mês” (8.1); era uma adoração a Javé e ao mesmo tempo a Tamuz. Os hebreus, depois do cativeiro babilônico, deram ao quarto mês do calendário religioso o nome de Tamuz, junho/julho

2- Os adoradores do sol (v.16). Ezequiel viu cerca de 25 homens de costas para o Templo e virados para o Oriente adorando o sol. Era uma afronta a Deus. Moisés havia alertado o povo a respeito dessa idolatria (Dt 4.19). Havia, no Egito, o templo do sol, beth shemesh, em hebraico, “casa do sol” (Jr 43.13), é termo traduzido por “Heliópolis ” na Septuaginta, vindo do grego, heliou póleõs, “cidade do sol”. Não confundir com a cidade de Bete-Semes, em Judá (2 Rs 14.11). Aqui se trata da antiga cidade egípcia de Om, seu nome hebraico, ou Heliópolis, em grego (Gn 41.45,50 – Septuaginta). A cidade era dedicada ao deus-sol, conhecido também como Rá. Todo esse ritual às falsas divindades revela a apostasia generalizada, todo o sistema estava corrompido, não havia outro remédio a não ser a destruição do Templo e da Cidade (2 Cr 36.16).

3- Os anciãos na casa do profeta. Retornando à abertura da profecia (Ez 8.1), parece que esses anciãos exerciam autoridade espiritual sobre os exilados, visto que não havia, no momento, uma liderança espiritual centralizada. O rei Joaquim estava na Babilônia, mas na condição de prisioneiro. Só após a morte de Nabucodonosor, mais de vinte anos depois, Evil-Merodaque, que o sucedeu no trono, mandou libertar Joaquim da prisão e mudar sua roupa de presidiário (2 Rs 25.27-30; Jr 52.31-34). Os anciãos vinham em busca da palavra com certa frequência à casa de Ezequiel (Ez 14.1- 3; 20.1). No entanto, há quem afirme que não faziam parte da ala dos fiéis, mas que procuravam Ezequiel para se manterem informados. Isso parece ser pouco provável (Ez 14.4,5). Além disso, os falsos profetas atrapalharam a vida espiritual dos exilados assim como em Jerusalém (Jr 29.20-22).

SINOPSE III

Tamuz era de Osíris pelos egípcios; o sol era cultuado na Babilônia e no Egito.

AUXÍLIO BIBLIOLÓGICO

RELIGIOSIDADE PAGÃ
Prezado professor, estimada professora, é muito importante conhecer um pouco da perspectiva religiosa de Tamuz e a adoração ao sol. Na religião babilônica, Marduque, deus principal dos caldeus, teria se casado com Semíramis, e desse casamento teria nascido Tamuz, também chamado Adônis pelos gregos. Osíris pelos egípcios. Nessa estrutura, ele é irmão da deusa Isthar, a mesma Astarte ou Astarote (1 Rs 11.5,33). O sol era cultuado tanto na Babilônia como no Egito. Outro conhecimento importante é a respeito da geografia religiosa. Por exemplo, a localização geográfica de Babilônia é na Mesopotâmia, entre os rios Tigre e Eufrates, no atual Iraque, a cerca de 1.500 quilômetros de Jerusalém. A cidade veio a ser o centro irradiador da idolatria para outros povos. Os babilônios adoravam a diversos deuses, que eram personificações da natureza, como Sin, o deus-sol de Ur e Harã e Isthar era a deusa do amor e da guerra, Enlil, deus do vento e da terra. Bel, era o nome de outra divindade, do acádico belo, ”senhor”, equivalente a Baal, deus dos cananeus. Com o tempo Bel veio a ser identificado como Marduque ou Merodaque, o patrono da cidade de Babilônia, que se tornou o deus principal no panteão babilônico (Is 46.1; Jr 51.44) (por Esequias Soares).

CONCLUSÃO

Aprendemos, com as quatro cenas do pecado cúltico, que um Deus santo não tolera o pecado. Deus exige fidelidade de seu povo. O que aconteceu com Israel nos ensina sobre a responsabilidade na santidade com a adoração e o estilo de vida também para os dias atuais pelos crentes em Jesus.

REVISANDO O CONTEÚDO

1- Por que a segunda visão de Ezequiel pode ser entendida como preterista e ao mesmo tempo futurista? Essa visão é preterista porque se relaciona com os acontecimentos contemporâneos de Ezequiel, mas isso não exclui o futurismo, pois anuncia eventos que estavam para acontecer (8.18).
2- Como explicar a expressão ”imagem do ciúme”? O uso da expressão ”imagem de ciúme>> se explica porque a idolatria provoca ciúme de Deus pelo seu povo (5.13; 16.38, 42; 36.6; 38.19).
3- Como os egípcios viam a zoolatria? A zoolatria, adoração aos animais, é típica dos egípcios, pois viam neles mais que símbolos ou emblemas; eles os consideravam receptáculos das formas do poder divino.
4- Qual era o objetivo do ritual das carpideiras da visão de Ezequiel? Era realizado anualmente um ritual de lamento pelas carpideiras em favor de Tamuz no segundo dia do quarto mês para que ele ressuscitasse e fizesse chover.
5- Onde Moisés condenou o culto do sol? No Egito. O culto ao sol era uma afronta a Deus, Moisés havia alertado o povo dessa idolatria (Dt 4.19).

VOCABULÁRIO

ORÁCULO: A verdadeira revelação; a palavra de Deus e de seus profetas.
RECEPTÁCULO: Local para guarda ou conter algo; receptor, recipiente.

Lição 04: Quando se Vai a Glória de Deus

TEXTO ÁUREO

”E a glória do SENHOR se alçou desde o meio da cidade e se pôs sobre o monte que está ao oriente da cidade.” (Ez 11.23)

VERDADE PRÁTICA

Deus abandona o Templo e retira a sua glória por causa das abominações do povo.

LEITURA DIÁRIA

Segunda – Êx 40.34 O Tabernáculo representava a presença de Deus
Terça – 2 Cr 7.2,16 Deus escolheu o Templo de Jerusalém para habitar o seu nome
Quarta – Êx 33.18-22 A glória de Deus, às vezes, significa a face e a presença de Deus
Quinta – Sl 24-7-10 O Deus verdadeiro, revelado nas Escrituras, é o Rei da Glória
Sexta – Jo 1.14 A glória de Deus foi revelada no Senhor Jesus
Sábado – 1 Co 2.8 Jesus, como Senhor da Glória, é também o Rei da Glória

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Ezequiel 9.3; 10.4,18,19; 11.22-25

Ezequiel 9
3 – E a glória do Deus de Israel se levantou do querubim sobre o qual estava, até à entrada da casa; e clamou ao homem vestido de linho, que tinha o tinteiro de escrivão à sua conta.
Ezequiel 10
4 – Então, se levantou a glória do SENHOR de sobre o querubim para a entrada da casa; e encheu-se a casa de uma nuvem, e o átrio se encheu do resplendor da glória do SENHOR.
18 – Então, saiu a glória do SENHOR da entrada da casa e parou sobre os querubins.
19 – E os querubins alçaram as suas asas e se elevaram da terra aos meus olhos, quando saíram; e as rodas os acompa­nhavam e pararam à entrada da porta oriental da Casa do SENHOR; e a glória do Deus de Israel estava no alto, sobre eles.
Ezequiel 11
22 – Então, os querubins elevaram as suas asas, e as rodas as acompanhavam; e a glória do Deus de Israel estava no alto, sobre eles.
23 – E a glória do SENHOR se alçou desde o meio da cidade e se pôs sobre o monte que está ao oriente da cidade.24 – Depois, o Espírito me levantou e me levou em visão à Caldéia, para os do cativeiro; e se foi de mim a visão que eu tinha visto.
25 – E falei aos do cativeiro todas as coisas que o SENHOR me tinha mostrado.

Hinos Sugeridos: 23, 189, 248 Harpa Cristã

PALNO DE AULA

1- INTRODUÇÃO
A presença de Deus pode deixar o seu povo? Na lição anterior estudamos a respeito das abominações do Templo, que teve a idolatria como principal ato de rebelião contra o Deus de Israel. A consequência: a glória de Deus deixou o Templo. Essa glória representa a pre­sença divina entre o povo. Então, isso pode acontecer hoje? É possível Deus abandonar o seu povo por causa dos pecados deliberados? Na lição desta semana veremos que sim. É preciso cuidar para que a presença de Deus não se afaste de nossas vidas, pois é muito preciosa. Não podemos viver sem a presença de Deus.
2- APRESENTAÇÃO DA LIÇÃO
A) Objetivos da Lição:
I) Conceituar· a ”glória” de Deus;
II) Explicar a reti­rada da glória de Deus;
III) Relacionar o segundo Templo com a glória de Deus.
B) Motivação: Não podemos viver sem a presença de Deus. Hoje, ela está representada com a doce habitação do Espírito Santo na sua Igreja. Essa presença envolve poder, santificação e desenvolvimento do fruto do Espírito. Que o ensino deste capítulo de Ezequiel nos motive a valorizar a doce presença do Santo Espírito.
C) Sugestão de Método: Há um livro clássico denominado ”As Sete Leis do Ensino”, editado pela CPAD. O processo de aprendizagem basicamente acontece de acordo com as leis contidas nesta obra. A primeira lei diz respeito ao professor, a Lei do professor: ”O pro­fessor deve saber o que ensina”. Nesse sentido, o professor deve se preparar com rigor para fazer a sua exposição. A aula de um professor dedicado deve apresentar:
1) Autenticidade: Pratique o que você ensina, e ensine que você pratica;
2) Boa interpretação: faça uma interpretação bíblica sadia do texto que fundamenta a lição e exponha com segurança a Palavra de Deus;
3) Organização: Tenha uma visão clara a respeito do que vai ensinar, pois você está conduzindo o aluno por uma jornada. Essa é a primeira lei de sete.
3- CONCLUSÃO DA LIÇÃO
A) Aplicação: Faça uma revisão da lição de maneira que leve a sua classe a pensar a respeito dos atos e práticas que podem entristecer o Espírito Santo e, como consequência trágica, o seu afastamento.
4- SUBSÍDIO AO PROFESSOR
A) Revista Ensinador Cristão. Vale a pena conhecer essa revista que traz reportagens, artigos, entrevistas e sub­sídios de apoio à Lições Bíblicas Adultos. Na edição 92, p.38, você encontrará um subsídio especial para esta lição.
B) Auxílios Especiais: Ao final do tópico, você encontrará auxílios que darão suporte na preparação de sua aula: 1) O texto ”A Glória de Deus,, traz uma dimensão mais ampla para a expressão ”A Glória de Deus”; 2) O texto ”Presença e idolatria” aprofunda o segundo tópico enfatizando a pre­sença de Deus e o perigo da idolatria.

INTRODUÇÃO

A glória de Deus representava a presença de Javé no Templo. Quando Deus mandou Moisés construir o Tabernáculo, explicou a razão dessa ordem: ”E me farão um santuário, e habitarei no meio deles” (Êx 25.8). Essa pre­sença não era incondicional, o povo tinha compromissos de acordo com a aliança feita no Sinai, mas esse pacto havia sido violado. O objetivo da presente lição é esclarecer sobre a retirada da glória de Deus do santuário de Jerusalém.

Palavra-Chave: GLÓRIA

I – SOBRE A GLÓRIA DE DEUS

A glória de Deus baixou do céu à terra primeiramente no Tabernáculo, no dia de sua dedicação. Depois disso, essa cena se repetiu por ocasião da inauguração do Templo de Jerusalém pelo rei Salomão.

1- O significado de ”glória”. O con­texto ajuda a esclarecer o sentido do termo. A palavra hebraica é kavod, que literalmente significa ”peso”, e nesse sentido literal, só apa­rece duas vezes no Antigo Testamento (1 Sm 4.18; 2 Sm 14.26). A Septuaginta, antiga versão grega do Antigo Testamento, emprega vários termos, entre eles: doxa, ”glória, resplendor, poder, honra, reputação”, e time, ”valor, honra”. Mas, nas visões de Ezequiel, ”glória” indica o resplendor pela presença do Senhor. Essa é a descrição feita pelo próprio profeta (Ez 1.26-28; 8.2). O vocábulo hebraico shekinah, geralmente usado entre os crentes como ”glória”, não aparece na Bíblia, porém, é frequente no judaísmo.

2- A glória de Deus. Ela se ma­nifestou aos filhos de Israel quando Moisés dedicou o Tabernáculo a Deus (Êx 40.34,35). Era a presença de Deus no meio do povo que acompanhou Israel nas suas jornadas no deserto até o início do reinado de Salomão. Período em que a Arca da Aliança foi transferida do Tabernáculo para o Templo que Salomão construiu em Jerusalém, a glória de Deus encheu toda a Casa (2 Cr 5.13,14) e, da mesma forma, no culto de dedicação do Templo (2 Cr 7.1,2). Desde então, Ele se comprometeu em manter seus olhos fixos e os seus ouvidos atentos à oração nesse Templo. Mas essa promessa nunca foi incondicional, e parece que o povo havia se esquecido disso (2 Cr 7.14-16).

SINOPSE I

A expressão ”glória de Deus” aparece no livro de Ezequiel como presença de Deus.

AUXÍLIO TEOLÓGICO

A GLÓRIA DE DEUS
”[ …] A Expressão ‘glória de Deus’ tem emprego variado na Bíblia. Às vezes, descreve o esplendor e majestade de Deus (cf.1 Cr 29.11; Hc 3.3-5), uma glória tão grandiosa que nenhum ser humano pode vê-la e continuar vivo’ (ver Êx 33.18-23). Quando muito, pode-se ver apenas um ‘aparecimento da semelhança da glória do Senhor’ (cf. a visão que Ezequiel teve do trono de Deus, Ez 1.26-28). Neste sentido, a glória de Deus designa sua singularidade, sua santidade (cf. Is 6.1-3) e sua transcendência (cf. Rm 11.36; Hb 13.21). Pedro emprega a expressão magnífica glória como um nome de Deus” (Bíblia de Estudo Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 1995, p.1183).

AMPLIANDO O CONHECIMENTO

A SHEKHINAH
Convém salientar que a palavra hebraica Shekhinah, muito usada nas igrejas para ”glória de Deus”, não é bíblica, pertence ao chamado hebraico talmúdico e significa ”morada em”, comumente usada entre os judeus para ”presença de Deus”, e, às vezes, referindo-se ao próprio Deus. O Talmude é uma antiga literatura religiosa dos judeus identificada nos Evangelhos como ”tradição dos anciãos” porque, naqueles dias, esses preceitos eram orais, e só foram codificados a partir do século 5 d.C. Os rabinos associam-na ao Espírito de Deus, porque o Talmude diz: ”A shekhinah do Senhor nunca se afastará desse lugar” (uma referência ao Muro das Lamentações) (por Esequias Soares).

II – SOBRE A RETIRADA DA GLÓRIA DE DEUS

Essa retirada aconteceu em alguns estágios:
a) a glória se levantou do querubim sobre a Arca da Aliança;
b) passou para a entrada do Templo;
c) pairou sobre os querubins e, aos poucos, afastou-se completamente do Templo;
d) Por fim, a glória de Deus se pôs sobre o Monte das Oliveiras.

1- O querubim e a nuvem (9.3; 10.4). O profeta está se referindo aos dois querubins do propiciatório da Arca da Aliança (2 Cr 5.8) ou às quatro criaturas da visão inaugural do capítulo 1? Qualquer que seja a interpretação, a verdade é que isso indica a retirada da presença de Deus. Essa nuvem está associada à presença pessoal de Javé durante a peregrinação do deserto (Êx 13.21), no Tabernáculo (Êx 33.7-10), permanentemente desde a inauguração do Tabernáculo (Êx 40.34,35) e, finalmente, no Templo (1Rs 8.10,11). Essa presença divina atingiu o seu clímax com a manifestação do Filho de Deus: “E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do Unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade” (Jo 1.14).

2- A retirada da presença de Deus (10.18). A glória de Javé pairou sobre os querubins e, aos poucos, afastou-se completamente do Templo. O profeta contempla essa glória se levantando da porta e se movendo para a carruagem­ trono que estava parada para descer em cima dos querubins. Nessa visão, Ezequiel acompanha a glória de Deus flutuando sobre os querubins e vê a carruagem divina se mover para a porta principal do Templo para a sua partida definitiva. A saída da glória de Deus representa a retirada de sua presença. Com isso, se aproxima a destruição do Templo. Essa Casa foi destruída pelos caldeus em 587 a.C, “no mês quarto, aos nove do mês” (2 Rs 25.3-10; Jr 39.2; 52.6), que corresponde a 14 de agosto de 587.

3- Por fim a glória de Deus se pôs sobre o Monte das Oliveiras (11.23). A presença de Deus no Templo era privilégio de Israel, mas isso exigia responsabilidade de modo que a glória de Deus não podia habitar com os pecados do povo. Mas a Casa de Deus era profanada com as práticas pagãs mais abomináveis (Ez 11.21). Ezequiel viu a glória de Deus partindo do Templo para o Monte das Oliveiras. Dali, ascendeu ao céu para retornar no fim dos tempos, não mais no Templo de Jerusalém, mas no Templo do Milênio (Ez 44.2-4). Com a retirada da presença de Deus, o Templo ficou vulnerável juntamente com a cidade de Jerusalém. Interessante que o Monte das Oliveiras é também o local da ascensão de Jesus (At 1.9-11).

SINOPSE II

A retirada da glória se deu mediante a retirada do querubim da Arca da Aliança, deslocando­-se para o Monte das Oliveiras.

AUXÍLIO TEOLÓGICO

PRESENÇA E IDOLATRIA
”Um terceiro aspecto da glória de Deus é a sua presença e poder espirituais. Os céus declaram a glória de Deus (Sl 19.1; cf. Rm 1.19,20) e toda a terra está cheia de sua glória (Is 6.3; cf. Hc 2.14), todavia o esplendor da majestade divina não é comumente visível, nem notado. Por outro lado, o crente participa da glória e da presença de Deus em sua comunhão, seu amor, justiça e manifestações, mediante o poder do Espírito Santo. […] Por último, o AT adverte que qualquer tipo de idolatria é uma usurpação da glória de Deus e uma desonra ao seu nome. Cada vez que Deus se mani­festa como nosso Redentor, seu nome é glorificado (ver SI 79.9; Jr 14.21). Todo o ministério de Cristo na terra redundou em glória ao nosso Deus (Jo 14.13; 17.1,4,5)” (Bíblia de Estudo Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 1995, p.1183).

III – SOBRE O SEGUNDO TEMPLO

Ciro, rei da Pérsia, baixou o decreto que pôs fim ao cativeiro de Judá em 539 a.C., e, pouco tempo depois, partiu de Babilônia a primeira leva de judeus de volta para Judá. No seu decreto de libertação, o rei incluiu a reconstrução do Templo em Jerusalém (2 Cr 36.20- 23; Ed 1.1,2).

1- O segundo Templo. Conhecido como o Templo de Zorobabel, foi inaugurado no sexto ano de Dario” (Ed 6.15), que corresponde ao ano 516 a.C. Não era uma construção com a mesma dimensão e beleza arquitetônica da primeira Casa, não dava para comparar com o Templo de Salomão (Ag 2.3). O pensamento no período pós-exílio era de que o retorno da glória de Deus era escatológico (Ml 3.1).

2- O Templo de Herodes. O Templo de Zorobabel foi reformado e ampliado por Herodes, Magno. Ele conseguiu persuadir os judeus dizendo que o atual Templo não estava à altura da antiga glória. Os trabalhos se iniciaram cerca do ano 15 a.C., e continuava em andamento nos dias do ministério terreno de Jesus, 46 anos depois (Jo 2.20), conhecido como ”Segundo Templo”. Era o cartão postal de Jerusalém (Me 13.1; Lc 21.5). A Construção só foi concluída em 66 d.C.

3- A presença do Filho de Deus. Não há registro de que a glória do Senhor tinha enchido a Casa na inauguração por Zorobabel, diferentemente de Moisés, quando inaugurou o Tabernáculo (Êx 40.34,35), e de Salomão, na inauguração do Templo (2 Cr 7.1,2). Foi o Senhor Jesus que trouxe a glória de Deus quando ministrou no Templo de Herodes (Ag 2.7; Jo 1.14). A sua presença nele fez a glória da segunda casa ser maior do que a da primeira (Ag 2.9; Mt 21.12,14,15; Lc 2.46). O Templo desempenhava várias funções em Israel como lugar de perdão, do encontro com Deus, da presença divina, era o centro espiritual da nação.

SINOPSE III

Não há registro no Antigo Tes­tamento de que a glória do Senhor tinha enchido a segunda Casa. O Senhor. Jesus a trouxe ao ministrar no Templo.

IV – SOBRE O SENHOR JESUS E O TEMPLO

Assim como a glória do Senhor deixou o Templo antes de sua destruição pelos caldeus, da mesma forma aconteceu com o segundo Templo. A diferença é que a segunda Casa foi substituída definitivamente pelo Senhor Jesus.

1- Explicação teológica. Jesus disse: ”Eis aqui está quem é maior do que Salomão” (Lc 11.31), o construtor do Templo; Ele declarou-se maior do que o Templo: ”está aqui quem é maior do que o templo” (Mt 12.6). Quando Ele curou o paralítico em Cafarnaum, disse: ”Filho, perdoados estão os teus pecados” (Mc 2.5). Era uma mensagem velada dirigida aos sacerdotes de que a função do Templo estava para ser concluída em breve. Com a vinda de Jesus ao mundo, o Templo tornou-se redundante: ”E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do Unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade” (Jo 1.14).

2- O fim do Templo. O que o Senhor Jesus vinha insinuando ou ensinando de maneira indireta, na última semana do do seu ministério terreno Ele falou diretamente: ”Não ficará pedra sobre pedra que não seja derribada” (Mt 24.2; Me 13.2); ”dias virão em que se não deixará pedra sobre pedra que não seja derribada” (Lc 21.6). Jesus anunciou o fim do Templo como fizeram Ezequiel e os demais profetas. A glória de Deus se retirou do Templo antes de sua destruição (Mt 23.38,39).

3- A presença de Deus hoje. Quando Jesus, no alto da cruz, com grande voz entregou o espírito, ”o véu do templo se rasgou em dois, de alto a baixo” (Mt 27.51). Estava definitivamente concluída a missão do Templo. Assim, o Senhor Jesus substituiu, de uma vez por todas, o Templo. Desde então, é em Jesus que temos a redenção e o perdão de nossos pecados. Não existe mais o Templo de Jerusalém, mas Deus habita no cristão individualmente (Jo 14.23; 1 Co 6.19).

SINOPSE IV

A glória do Senhor deixou a pri­meira e a segunda Casa. Mas a segunda Casa foi substituída definitivamente pelo Senhor Jesus.

CONCLUSÃO

Concluímos que, em ambos os casos, tanto em Ezequiel como em Jesus, ambas gerações rejeitaram a Deus. No Antigo Testamento, substituíram Javé pelos ídolos e nos Evangelhos, substituíram a Justiça de Deus pela sua própria justiça: ”não conhecendo a justiça de Deus e procurando estabelecer a sua própria justiça, não se sujeitaram à justiça de Deus” (Rm 10.3).

REVISANDO O CONTEÚDO

1- Qual o significado de ”glória” na descrição da visão de Ezequiel? Nas visões de Ezequiel, “glória” indica o resplendor pela presença do Senhor.
2- O que representa a saída da glória de Deus? A saída da glória de Deus representa a retirada de sua presença.
3- Qual o pensamento do período pós-exílio sobre o retorno da glória de Deus? O pensamento no período pós-exílio era de que o retorno era escatológico (Ml 3.1), o da glória de Deus
4- Por que a glória da segunda Casa foi maior do que a da primeira? A presença de Jesus nele fez a glória da segunda Casa ser maior do que a da primeira (Ag 2.9; Mt 21.12, 14,15; Lc 2.46).
5- Quem substituiu o Templo de Jerusalém? O Senhor Jesus substituiu de uma vez por todas o Templo.

Josias Moura de Menezes

É formado em Teologia, Análise e Desenvolvimento de Sistemas e Licenciatura em Matemática. É especialista em Marketing Digital, Produção Audiovisual para Web, Tecnologias de Aprendizagem a Distância, Inteligência Artificial, Jornalismo Digital e possui Mestrado em Teologia. Atua ministrando cursos de capacitação profissional e treinamentos online em diversas áreas. Para mais informações sobre o autor <clique aqui>.

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